Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,20 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,51 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 173,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,21 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.219,92 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.093,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 222,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,13 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 197,23 / cx

Cotação tem alta

Preço do suíno sobre de 61% no Mato Grosso. Porém, suinocultores alertam que os preços apenas cobrem os custos.

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Da Redação 26/10/2007 – Produto mais valorizado no ano, a carne suína vem alcançando uma boa recuperação de preços para o produtor. De acordo com a Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), as cotações de outubro apontam crescimento de até 61% nos preços do suíno em pé.

Nas principais regiões produtoras do Estado, o produto estava cotado ontem por até R$ 2,20 o quilo vivo, contra R$ 1,30 do começo do ano. Já a carcaça estava sendo vendida, em média, por R$ 3,50/Kg. Em outras regiões do País, conforme levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (CEPEA/USP), o produto que mais valorizou no mês de outubro também foi o suíno, 12,6% a mais nas cotações.

Para o gerente administrativo da Acrismat, Custódio Rodrigues de Castro Júnior, a reação dos preços do suíno em Mato Grosso ocorreu em função do aumento da demanda e do consumo interno neste período do ano. Segundo ele, o mercado consumidor tende a ficar ainda mais aquecido até o final de novembro, já que as indústrias compram mais para estocar para o Natal. No segundo semestre, a média de abates é de 80 mil a 90 mil cabeças por mês, um acréscimo de até 30% em relação ao volume abatido no começo do ano (70 mil suínos).

Empate

Ter uma valorização superior às demais carnes não significa, no entanto, ganhos maiores aos produtores de suínos, de acordo com representantes do setor. ”O que aumentou não foi para o nosso bolso, foi para compensar o preço dos insumos”, explica Rubens Valentini, presidente da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS). Ele diz que o preço do suíno atualmente, em muitos casos, empata com o custo de produção. "Na verdade, o setor está pagando os prejuízos do passado", observa Custódio Rodrigues, da Acrismat. "Os custos no primeiro semestre situavam-se em torno de R$ 1,50/Kg e, os preços para o produtor, às vezes não chegava a R$ 1,40/Kg em Mato Grosso. A atividade estava deixando de ser rentável e a maioria dos produtores estava em dificuldades".

Na avaliação de Custódio, a melhora nas cotações vai permitir apenas uma recuperação do que o setor já perdeu este ano. "Pode sinalizar ganhos a partir de 2008. Por enquanto estamos apenas empatando", disse, lembrando que os custos de produção – formados em sua maior parte pelos preços do milho, farelo de soja e rações – "subiram muito" este ano. Para o gerente da Acrismat, as perspectivas para a suinocultura mato-grossense são muito boas devido aos investimentos que estão sendo realizados no Estado. "Grandes indústrias estão chegando a Mato Grosso e este é um ótimo indicador de crescimento da atividade e de melhorias para os produtores".

Com um rebanho de 1,1 milhão de suínos – sendo 184 mil matrizes comerciais e oriundas de criatórios – Mato Grosso ocupa atualmente a 5ª colocação no ranking dos maiores produtores do Brasil. "Com os investimentos que estão sendo feitos, a nossa expectativa é ficarmos entre os três maiores produtores em um período de dez anos", prevê Custódio.

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