Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Frango não acompanha evolução de preços do boi e do suíno

Embora apresentem variações pontuais, os três produtos têm um comportamento de mercado sazonal, típico de safra e entressafra da carne.

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Redação (05/11/2007)- A velha história de que "aonde o boi vai, o frango vai atrás" já não está funcionando. Pelo menos nos últimos tempos, já que o frango vivo vem registrando uma evolução de preços inversa à do boi em pé e até mesmo do suíno vivo.

      Embora apresentem variações pontuais, os três produtos têm um comportamento de mercado sazonal, típico de safra e entressafra da carne. Assim, normalmente, seus preços decrescem do início do ano até por volta de maio-junho (safra), após o que iniciam período de altas que se estendem até outubro-novembro.

      Neste ano, o boi e o suíno mantêm esse comportamento. Tanto que, em relação a maio passado, o preço pago pelo boi em pé evoluiu, até outubro, perto de 20%, enquanto o preço pago pelo suíno (que se encontrava subvalorizado) apresentou variação de 42%. Já o frango, nesse mesmo período apresentou valorização inferior a 3%, porquanto nos últimos dois meses suas cotações vêm sendo decrescentes.
 
     Esse comportamento, não há dúvida, é reflexo da perda de participação da ave viva no mercado do frango. Ou seja: como a maior parte da produção é integrada, o frango vivo passa a ser, também, subvalorizado. Paradoxalmente, no entanto, ele permanece como sinalizador de preços do frango abatido, tanto no atacado quanto no varejo.

      Neste caso, sob o argumento (dos compradores) de que "o preço do frango vivo continua decrescendo", muitos abatedouros vêem frustrada a tentativa de repassar os aumentos de custos enfrentados na produção. E não adianta contra-argumentar: senão totalmente, a ave viva é o ponto de partida para o estabelecimento dos demais preços.
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