Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas

Frango não acompanha evolução de preços do boi e do suíno

Embora apresentem variações pontuais, os três produtos têm um comportamento de mercado sazonal, típico de safra e entressafra da carne.

Compartilhar essa notícia

Redação (05/11/2007)- A velha história de que "aonde o boi vai, o frango vai atrás" já não está funcionando. Pelo menos nos últimos tempos, já que o frango vivo vem registrando uma evolução de preços inversa à do boi em pé e até mesmo do suíno vivo.

      Embora apresentem variações pontuais, os três produtos têm um comportamento de mercado sazonal, típico de safra e entressafra da carne. Assim, normalmente, seus preços decrescem do início do ano até por volta de maio-junho (safra), após o que iniciam período de altas que se estendem até outubro-novembro.

      Neste ano, o boi e o suíno mantêm esse comportamento. Tanto que, em relação a maio passado, o preço pago pelo boi em pé evoluiu, até outubro, perto de 20%, enquanto o preço pago pelo suíno (que se encontrava subvalorizado) apresentou variação de 42%. Já o frango, nesse mesmo período apresentou valorização inferior a 3%, porquanto nos últimos dois meses suas cotações vêm sendo decrescentes.
 
     Esse comportamento, não há dúvida, é reflexo da perda de participação da ave viva no mercado do frango. Ou seja: como a maior parte da produção é integrada, o frango vivo passa a ser, também, subvalorizado. Paradoxalmente, no entanto, ele permanece como sinalizador de preços do frango abatido, tanto no atacado quanto no varejo.

      Neste caso, sob o argumento (dos compradores) de que "o preço do frango vivo continua decrescendo", muitos abatedouros vêem frustrada a tentativa de repassar os aumentos de custos enfrentados na produção. E não adianta contra-argumentar: senão totalmente, a ave viva é o ponto de partida para o estabelecimento dos demais preços.
Assuntos Relacionados
frangomercadopreçossuíno
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329