Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
Destaque Todas Páginas
Manejo

Regras para orgânicos

Segmento pedirá ao governo prorrogação por um ano do cumprimento de instruções normativas, adiando as novas regras.

Compartilhar essa notícia

O segmento de alimentos orgânicos enviará no começo da semana que vem uma carta ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, pedindo a prorrogação por um ano do cumprimento das instruções normativas (IN) que regulamentam o setor no País. Produtores, certificadoras e indústria argumentam que não terão tempo para adaptar-se às regras. O prazo expira no fim de dezembro.

Segundo José Pedro Santiago, presidente da Câmara Temática de Agricultura Orgânica, o adiamento é necessário devido ao atraso na aprovação das instruções normativas por parte do governo. A lei de orgânicos, sancionada em 2003 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, só teve o decreto regulamentado em dezembro de 2007. Teoricamente, as instruções normativas – o aparato técnico para dar suporte à produção e à certificação – deveriam ser publicadas junto com o decreto. Mas isso não ocorreu, atrasando todo o trabalho de adaptação da cadeia produtiva.

“A primeira IN só foi aprovada em dezembro de 2008 e a última, em maio deste ano”, diz Santiago, que discutiu o assunto durante o segundo dia da Biofach América Latina, ontem, em São Paulo.

“A prorrogação é necessária”, diz Alexandre Harkaly, vice-presidente do Instituto Biodinâmico (IBD), uma das maiores certificadoras do País. Assim como os produtores, essas empresas também terão de seguir as novas regras, inclusive para a elaboração de seus questionários. E todas deverão ser creditadas pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), o que costuma levar meses. Se não for prorrogado o prazo de adequação, a partir de janeiro as certificadoras poderão ficar em estado “ilegal”.

A exemplo do que ocorre em mercados avançados nesse tipo de agricultura, como os EUA e a Europa, as INs servirão para padronizar a forma de produção de alimentos orgânicos no Brasil.

Com as INs, os brasileiros passarão a produzir de forma igual. Mas, antes, terão de fazer adaptações às novas regras, o que leva algum tempo. Um exemplo que está causando celeuma é o que se refere à utilização de óleo vegetal no combate à cochonilha nos citrus. Por descuido, a Câmara Técnica não incluiu esse item nas INs, impedindo, assim, a utilização do produto nas lavouras. “Não há nada de errado com o óleo vegetal, todos os países usam isso. Foi um esquecimento em meio a centenas de páginas de regulamentação”, diz Santiago. Essa e outras substâncias deverão ser incluídas no futuro.

Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329