Dados do Instituto de Economia Agrícola mostram que índice de preço ao produtor de SP tem alta anual de 36%.
IqPR sobe 36% em 2010

Os produtores de apenas quatro entre 19 itens agropecuários pesquisados regularmente pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) encerraram novembro com preços inferiores aos do mesmo mês de 2009 no Estado de São Paulo.
E, como era de se esperar, as quedas nos mercados de tomate para mesa (58,8%), batata (37,3%), arroz (7%) e leite C (0,3%) não evitaram que a variação positiva do indicador do IEA resultante da combinação média ponderada entre todos os produtos – o IqPR – passasse a acumular, em 12 meses, uma expressiva variação positiva de 35,9%.
É verdade que nem toda essa alta chegará ao consumidor final, mas é sabido que boa parte dela há meses influencia os índices inflacionários e que essa pressão vai continuar, já que no campo as cotações seguem sustentadas. Em novembro, o IqPR, bom termômetro por expor as oscilações de preços no maior mercado consumidor do país, subiu 3,24%.
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Dos produtos pesquisados com mais peso sobre a inflação dos alimentos, o feijão é o que aparece com maior valorização na comparação com novembro de 2009 (99,3%). Mas, no mês passado, houve baixa de 11,2%, e a tendência é de novas quedas por conta do crescimento da oferta na nova safra das águas. Diferente da carne bovina, que subiu mais 12% em novembro e ampliou o salto em 12 meses para 45,78%, ou do milho, que também continua em ascensão em São Paulo.
























