Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Mercado Interno

Compras mais caras

De acordo com a Abras, a alta de preço de produtos comercializados nos supermercados deve impactar venda do 1º trimestre.

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O aumento nos preços dos produtos comercializados nos supermercados relacionados à variação das matérias-primas agrícolas deverá afetar o desempenho das vendas do setor neste primeiro trimestre de 2011, segundo o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Sussumu Honda. “Nossa preocupação é com o preço, que pode resultar na queda do volume vendido nos supermercados, sobretudo entre as classes C e D”, afirmou hoje, acrescentando que estes consumidores são mais sensíveis aos efeitos da inflação, que diminui o poder de compra.
Sobre as perspectivas do setor para 2011, Honda avaliou que “não será um ano ruim”, mas com o desempenho refletindo um menor ritmo de crescimento das taxas de emprego e renda, quando comparados a 2010. Ele destacou ainda que o aumento do comprometimento do orçamento das famílias com financiamento de bens duráveis e a alta dos juros também devem desacelerar as vendas este ano. A projeção da Abras é de um crescimento de 4% das vendas reais nos supermercados em 2011. “O ritmo das vendas dependerá do comportamento dos preços”, salientou.
O dirigente acrescentou que outro fator a influenciar as vendas reais neste primeiro trimestre de 2011 será a forte base de comparação com igual período de 2010. As vendas reais acumuladas pelo setor entre os meses de janeiro e março de 2010 subiram 8,6% em comparação ao mesmo intervalo de 2009, de acordo com a Abras. “As vendas continuarão em alta (no primeiro trimestre), mas a base de comparação deve reduzir (porcentualmente) as vendas”, disse.
Segundo ele, a desaceleração no ritmo de crescimento das vendas reais nos supermercados no acumulado do ano passado, que foi de 4,2% – ante expectativa de 4,4% a 4,5% -, ocorreu pela alta dos preços registrado nos últimos meses de 2010. O valor da cesta de 35 produtos considerados de largo consumo nos supermercados apontou alta de 2,19% em dezembro ante novembro, após ter avançado 4,8% em novembro ante outubro e 3,59% em outubro ante setembro.
Em 2010, os produtos que registraram as maiores altas, de acordo com levantamento de preços da Abras, foram feijão (+51,6%), papel higiênico (+43,3%), carne traseiro (+34,9%), queijo mussarela (+34,3%), queijo prato (+32,8%), frango congelado (+27,9%), carne dianteiro (22,9%) e açúcar (+22,8%).
De acordo com Abras, o maior reajuste nos preços ocorreu no Nordeste, com alta de 3,96% em dezembro ante novembro, para R$ 261,49; em seguida ficou o Sul, com aumento de 3,90%, para R$ 327,14; o Centro-Oeste, com incremento de 2,17%, para R$ 295,21; Sudeste (+1,29%, para R$ 289,05) e Norte (+0,18%, para R$ 355,57).

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