A oferta de suínos para abate começa a dar sinais de recuperação mas ainda é 2,18% menor que 2013 e 4,97% menor que 2012.
Oferta de suínos para abate esboça lenta recuperação

A oferta de suínos para abate começa a dar sinais de recuperação mas ainda é 2,18% menor que 2013 e 4,97% menor que 2012. Uma questão fundamental seria estabelecer qual o volume de animais adequado para equilíbrio do mercado de forma a permitir um crescimento sustentável da cadeia produtiva. Os atuais preços pagos ao produtor não encontram respaldo no aumento da demanda, seja interna ou externa, mas sim numa oferta que coloca a produção de suínos no menor patamar dos últimos anos.
Logicamente há que se cuidar para que um aumento excessivo da produção não jogue os preços para baixo e a atividade entre em um novo ciclo de perdas, no entanto, é imprescindível retomar o crescimento da suinocultura brasileira. O ano de 2014 tem tudo para terminar não só com o menor volume exportado dos últimos 10 anos bem como também com a menor disponibilidade interna desde 2011. Ou seja, não crescemos nem no mercado interno nem no externo, e isso é bom para cadeia produtiva?
No cenário externo há muito está claro que vai ser difícil avançar além da média dos últimos 10 anos, mas no mercado doméstico é necessário consolidar o caminho de maior consumo per capita, de modo a permitir o crescimento sustentável da atividade. Para aumentar o consumo de carne suína no Brasil é preciso trabalhar oferta e demanda, é imperativo encontrar o equilíbrio entre produção e consumo. Se nos últimos anos muito foi falado da necessidade em aumentar a demanda, a pergunta agora é: qual o volume ideal de oferta?
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