Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Biocombustível

CPFL Energia amplia frota de veículos elétricos

A CPFL Energia ampliou a sua frota de veículos elétricos e o número de eletropostos, a partir do lançamento da segunda fase do Programa de Mobilidade Elétrica.

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CPFL Energia amplia frota de veículos elétricos

A CPFL Energia ampliou a sua frota de veículos elétricos e o número de eletropostos, a partir do lançamento da segunda fase do Programa de Mobilidade Elétrica, projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) que estuda os impactos da utilização dos carros elétricos. A iniciativa visa transformar Campinas (SP) na Cidade da Mobilidade Elétrica.

A pesquisa, iniciada em 2013, receberá R$ 21,2 milhões em investimentos até 2018, ano de sua conclusão, dos quais R$14,7 milhões para a segunda fase. Os recursos serão aplicados na instalação da infraestrutura de recarga, na aquisição dos veículos e no desenvolvimento dos estudos.

“Com este projeto, almejamos desenvolver e qualificar a CPFL Energia e o setor elétrico brasileiro para os impactos da expansão da mobilidade elétrica e para que possamos atuar de forma pioneira em novos negócios no momento em que os veículos elétricos se tornarem uma realidade”, afirmou o diretor de Estratégia e Inovação do grupo, Rafael Lazzaretti.

Com a segunda fase do projeto, a frota própria da companhia saltará de seis para 27 veículos elétricos até o final de 2015 e o número de eletropostos passará de quatro para 21 unidades. Os pontos de recarregamento serão instalados em locais públicos e de fácil acesso, como shoppings centers, postos de serviços, prefeitura e locadoras de carros. Dois pontos serão colocados fora de Campinas, sendo um Jundiaí (SP) e outro em São Paulo, conferindo segurança para viagens interurbanas de curtas distâncias.

Novos usos da tecnologia serão postos em teste a partir da nova etapa, ampliando o escopo dos estudos. Pela primeira vez, a utilização diária dos veículos elétricos por motoristas comuns será avaliada por uma concessionária de energia. Isso porque a companhia planeja disponibilizar algumas unidades para aluguel em locadoras de automóveis. Adicionalmente, a CPFL Energia pretende introduzir os carros elétricos na frota pública executiva e também na frota municipal de táxi.

A ampliação do número de veículos elétricos virá acompanhada da incorporação de novos modelos à frota. Hoje, há negociações em andamento com a fabricante chinesa BYD para a compra dos utilitários elétricos E6 e o Hybrid, e com a Renault para a aquisição do Fluence e Twizy, que se juntariam aos carros anteriormente fornecidos pela montadora francesa na primeira fase do projeto, o Kangoo e o Zoe.

Os pontos chave para desenvolver a mobilidade elétrica no País são objetos de estudo do projeto. Entre os temas que serão aprofundados estão o impacto na rede elétrica e no planejamento da expansão do sistema, uso dos veículos elétricos como fonte de geração distribuída, os aprimoramentos regulatórios e legais, o ciclo de vida e reaproveitamento das baterias, a proposição de um modelo de negócios para a mobilidade elétrica no Brasil, além de outras questões relacionadas.

O projeto, patrocinado com recursos do programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), conta, atualmente, com a parceria institucional do CPqD, da Unicamp, das portuguesas CEiiA e Mobi2.E e da Renault.

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