Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Mercado Interno

Com carne vermelha 6% mais cara, campo-grandenses recorrem a peixe e frango

Preço é o resultado da combinação da alta do dólar, alta da energia elétrica e mudança de hábito do consumidor que passou a preferir cortes menos nobres.

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Com carne vermelha 6% mais cara, campo-grandenses recorrem a peixe e frango

A carne vermelha é um item da alimentação que mais influenciou no aumento da inflação em março, em Campo Grande. De acordo com analistas econômicos, o preço é o resultado da combinação da alta do dólar, alta da energia elétrica e mudança de hábito do consumidor que passou a preferir cortes menos nobres.

De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), oito cortes da carne vermelha ficaram mais caros no mês de março em comparação com o mesmo período do ano de 2014. O fígado ficou em 6,89 % mais caro, a costela 3,62%, cupim 2,97%, acém 1,81%, patinho 1,31%, paleta 0,35%, alcatra 0,31% e as vísceras do boi em 0,16% mais cara. Alguns cortes de frango também tiveram reajuste nos preços.

O empresário Miguel Couto, dono de um restaurante na Capital relata que precisou tomar decisões para manter os clientes, “o impacto foi grande e repassamos R$ 1 apenas para os clientes que não sentiram muito” explica. Além, de ter tomado outras medidas de economia.

 Já a comerciante Ana Lúcia Kobayashi cortou o consumo de carne vermelha em casa e passou a comer frango e peixe. O professor Daniel Mariano Assis, conta que tem como estratégia avaliar se compensa cruzar a cidade em busca de melhor preço, já que a gasolina também está mais cara e fica num impasse.

 Para reduzir o impacto do aumento aos consumidores, alguns supermercados passaram a fazer promoções. Segundo o gerente de mercado, Adailton Ribeiro dos Santos, as empresas conseguem oferecer preços menores porque compram o produto em grande quantidade e com isso ficam com boa margem para negociar o produto com o cliente. 

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