Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Renováveis devem fechar 2016 com crescimento de 2% na matriz energética brasileira

Renováveis correspondem por 82% de total matriz elétrica brasileira

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O Brasil deve fechar o ano de 2016 com participação de 43,2% de renováveis na matriz energética nacional, crescimento de dois pontos percentuais ao verificado no ano anterior. O crescimento é resultado do bom desempenho da geração hidráulica, eólica e por biomassa. Os dados constam no Boletim Mensal de Energia – Outubro, elaborado pela Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia.

Quando considerada a oferta interna de energia brasileira – toda a energia necessária para movimentar a economia – as fontes renováveis também se destacam, elevando sua participação de 75,5% (2015) para 82,4% (2016), acumulando alta de 6 pontos percentuais no ano.  Na classificação por tipo de fonte, a projeção de participação é de 68,9% de hidráulicas; 8,7% de biomassa; e 4,8% de eólica.

Produção de petróleo cresce

Segundo o documento, em outubro de 2016, a produção de petróleo cresceu 9,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior, e acumulando um aumento de 2,7% no ano. Já a produção de gás natural cresceu 11,2% em outubro e avanço de 6,2% nos primeiros 10 meses de 2016.

O Boletim Mensal de Energia acompanha um conjunto de variáveis energéticas e não energéticas capazes de permitir razoável estimativa do comportamento mensal e acumulado da demanda total de energia do Brasil.

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