Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,58 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,42 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,31 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,53 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 172,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 188,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.286,52 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,90 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,92 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 172,37 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 163,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 182,06 / cx
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Antimicrobianos e anticoccidianos, o que devemos saber na hora de escolher? – por Eva Hunka

Antimicrobianos são vistos pelos consumidores como grandes vilões da cadeia produtiva, e nos deparamos com um duelo: os antimicrobianos são vilões ou super-heróis?

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Antimicrobianos e anticoccidianos, o que devemos saber na hora de escolher? – por Eva Hunka

AviculturaOs antimicrobianos são vistos pelos consumidores como grandes vilões da cadeia produtiva, e nos deparamos com um duelo, talvez o mais paradoxo: Os antimicrobianos são vilões ou super-heróis?

Idealizamos um mundo onde a alimentação seja a mais saudável possível, e para muitos, isto significa banir os antimicrobianos da cadeia alimentar, mas este conceito muitas vezes passa, erroneamente, pelo conceito de orgânico e até mesmo pelos transgênicos. Muito se fala sobre o assunto, mas pouco se sabe sobre a importância destes antimicrobianos no mundo.

Confesso que, durante muito tempo, eles foram usados indiscriminadamente,  ajudando os produtores a melhorar resultados zootécnicos e enfrentar grandes desafios no campo. Porém o “equilíbrio” é a palavra chave para todas estas questões. Jamais poderemos tirar completamente os antibióticos da produção animal, porém podemos e devemos construir programas que otimizem os produtos, diminuam a resistência antimicrobiana e atuem sinergicamente para assim termos mais eficiência produtiva e sanitária.

Personalidades

E os anticoccidanos? Qual a sua relação com o uso de antimicrobianos na granja? Vamos começar pelas eimerias, que influenciam toda microbiota intestinal e são capazes de provocar lesões importantes na mucosa intestinal. Estas lesões comprometem não só a absorção de nutrientes como também interferem nos sítios imunológicos, localizados na mucosa intestinal. Sendo assim, quanto mais eficiente do programa de controle das coccidioses melhor a qualidade intestinal, equilíbrio da microbiota e resposta imune do animal.

Os anticoccidianos são adicionados à ração com a finalidade de prevenir a coccidiose, porém a decisão por um programa antimicrobiano deve levar em consideração o tipo de anticoccodiano utilizado, pois estes, além de interferir diretamente na microbiota, possuem algum tipo de ação antibiótica.

Os sintéticos e os ionóforos glicosídeos, não possuem atividade antibacteriana, por isso o uso de antimicrobianos terapêuticos Gram positivos são uma boa alternativa na prevenção das clostridioses. Já os ionóforos mono e divalentes, possuem atividade antibacteriana, principalmente a Narasina e a Lasalocida e por isso, o uso de aditivos promotores de desempenho (antimicrobianos ou não) é uma boa opção para reforçar esta atividade antimicrobiana, inclusive os Probióticos, nos casos de baixo desafio por enterites.

Assim como a rotação dos anticoccidianos, também recomendamos a rotação dos antimicrobianos, e se a sinergia entre eles for observada podemos ter resultados mais eficientes.

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