Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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BNDES

Puxado por eólicas, desembolsos para energia chegam a R$ 1,65 bilhão

Setor respondeu por quase a metade dos R$ 4 bilhões desembolsados pelo banco no período. Aprovações para energia ficaram em R$ 5,1 bilhões

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Puxado por eólicas, desembolsos para energia chegam a R$ 1,65 bilhão

O Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico desembolsou R$ 1,65 bilhão para o setor de energia no primeiro trimestre do ano. Dentro da área da infraestrutura, o setor elétrico se destacou, sendo responsável por 14,9% do total desembolsado pelo banco nessa área, de R$ 4 bilhões e 36% do total. Os investimentos em parques eólicos no Nordeste puxou os aportes — a região recebeu R$ 2 bilhões no trimestre e R$ 13,6 bilhões nos últimos 12 meses, com crescimento de 15% na comparação com os 12 meses anteriores. A infraestrutura também superou nos desembolsos as áreas de Agropecuária, Indústria e Comércio e Serviços, que foram de R$ 2,7 bilhões, R$ 1,7 bilhão e R$ 2,6 bilhões, respectivamente.

Nas aprovações, energia teve no trimestre R$ 5,1 bilhões aprovados, 32% do total de R$ 16 bilhões. Nos últimos 12 meses, foram R$ 17 bilhões para energia pelo banco. O BNDES aprovou R$ 6,6 bilhões para a área de infraestrutura no trimestre e energia também foi o setor que mais aprovou. Nas consultas, novamente o setor elétrico teve bom desenho, com R$ 3,52 bilhões. O valor foi 26,2% dos R$ 13,4 bilhões aprovados no trimestre. As consultas para infraestrutura ficaram em R$ 5 bilhões de um total de R$ 13,4 bilhões.

Já os enquadramentos do BNDES para o setor elétrico de janeiro a março chegaram a R$ 3,19 bilhões no trimestre, cerca de 26,6% dos R$ 11,9 bilhões que o banco enquadrou. Os enquadramentos para infraestrutura ficaram em R$ 4,56 bilhões, 38,1% do total.

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