Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,77 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,67 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,47 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,42 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,64 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,26 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 139,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,16 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,05 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,09 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.572,66 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,93 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,65 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 153,79 / cx
Mercado

Santa Catarina consolida recuperação da suinocultura em 2024 com alta rentabilidade e expansão de mercados

O ano de 2024 trouxe uma recuperação significativa para a suinocultura brasileira, especialmente em Santa Catarina, maior produtor e exportador de carne suína do país. Após três anos de dificuldades,…
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Santa Catarina consolida recuperação da suinocultura em 2024 com alta rentabilidade e expansão de mercados

O ano de 2024 trouxe uma recuperação significativa para a suinocultura brasileira, especialmente em Santa Catarina, maior produtor e exportador de carne suína do país. Após três anos de dificuldades, o setor conseguiu retomar a rentabilidade, com aumento nos preços do suíno e redução nos custos de produção. O custo ajustado de produção ficou em torno de R$ 6 por quilo, enquanto o preço de comercialização atingiu R$ 6,94 por quilo, gerando margens positivas para os produtores, conforme dados da ACCS e da Bolsa de Braço do Norte.

Além do fortalecimento no mercado interno, impulsionado por campanhas de promoção e diversificação de cortes, Santa Catarina manteve sua excelência no comércio internacional. Embora as exportações para a China tenham recuado em 75.500 toneladas entre janeiro e novembro, novos mercados compensaram essa perda. Filipinas assumiu a liderança como maior comprador, o Japão dobrou suas importações, e os Estados Unidos continuaram comprando exclusivamente do estado.

Com 55% das exportações nacionais de carne suína, Santa Catarina também se beneficiou da valorização do dólar, que favoreceu o faturamento das empresas exportadoras. Até novembro, o Brasil exportou 94 mil toneladas a mais de carne suína do que em 2023, sendo 54 mil toneladas provenientes de Santa Catarina.

Apesar do cenário positivo, a sanidade do rebanho permanece como prioridade, considerando as ameaças sanitárias globais. Além disso, o setor busca avanços em profissionalização e bem-estar animal para sustentar o crescimento.

Com produção assegurada para 2025, Santa Catarina reforça sua posição de destaque no agronegócio, combinando qualidade, eficiência e biosseguridade. O trabalho conjunto entre cooperativas, indústrias e governo promete manter o setor em trajetória ascendente, contribuindo para o fortalecimento da economia estadual e nacional.

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