Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Mercado

Santa Catarina consolida recuperação da suinocultura em 2024 com alta rentabilidade e expansão de mercados

O ano de 2024 trouxe uma recuperação significativa para a suinocultura brasileira, especialmente em Santa Catarina, maior produtor e exportador de carne suína do país. Após três anos de dificuldades,…
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Santa Catarina consolida recuperação da suinocultura em 2024 com alta rentabilidade e expansão de mercados

O ano de 2024 trouxe uma recuperação significativa para a suinocultura brasileira, especialmente em Santa Catarina, maior produtor e exportador de carne suína do país. Após três anos de dificuldades, o setor conseguiu retomar a rentabilidade, com aumento nos preços do suíno e redução nos custos de produção. O custo ajustado de produção ficou em torno de R$ 6 por quilo, enquanto o preço de comercialização atingiu R$ 6,94 por quilo, gerando margens positivas para os produtores, conforme dados da ACCS e da Bolsa de Braço do Norte.

Além do fortalecimento no mercado interno, impulsionado por campanhas de promoção e diversificação de cortes, Santa Catarina manteve sua excelência no comércio internacional. Embora as exportações para a China tenham recuado em 75.500 toneladas entre janeiro e novembro, novos mercados compensaram essa perda. Filipinas assumiu a liderança como maior comprador, o Japão dobrou suas importações, e os Estados Unidos continuaram comprando exclusivamente do estado.

Com 55% das exportações nacionais de carne suína, Santa Catarina também se beneficiou da valorização do dólar, que favoreceu o faturamento das empresas exportadoras. Até novembro, o Brasil exportou 94 mil toneladas a mais de carne suína do que em 2023, sendo 54 mil toneladas provenientes de Santa Catarina.

Apesar do cenário positivo, a sanidade do rebanho permanece como prioridade, considerando as ameaças sanitárias globais. Além disso, o setor busca avanços em profissionalização e bem-estar animal para sustentar o crescimento.

Com produção assegurada para 2025, Santa Catarina reforça sua posição de destaque no agronegócio, combinando qualidade, eficiência e biosseguridade. O trabalho conjunto entre cooperativas, indústrias e governo promete manter o setor em trajetória ascendente, contribuindo para o fortalecimento da economia estadual e nacional.

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