Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Indústria de ração prevê faturamento maior

A indústria de alimentação animal do Brasil pretende superar este ano entre 7% e 10% o faturamento de 2001.

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Da Redação 17/06/2002 – A indústria de alimentação animal do Brasil pretende superar entre 7% e 10% este ano o faturamento de US$ 7 bilhões obtido em 2001. De acordo Marcos Haaland, presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), o aumento do consumo de proteína animal, fortalecimento da produção, com ampliação na base do rebanho bovino e a demanda internacional pela carne brasileira são os motivos que levarão ao crescimento.

“O crescimento da indústria vai existir esse ano, mas estamos cautelosos com o excesso de oferta que pode levar alguns setores a reduzir a demanda”, afirma Haaland. Segundo ele, avicultura e a suinocultura poderiam reduzir a demanda em virtude dos baixos preços pagos aos produtores, que estariam dispostos a reduzir sua produção.

O Brasil é o terceiro maior produtor de rações do mundo, com 38,8 milhões de toneladas fabricadas em 2001 e a perspectiva é chegar a 41,6 milhões este ano. Os EUA são os maiores, com 141,6 milhões de toneladas, seguidos pela China com 57 milhões. Na América Latina o Brasil é seguido por México (20 milhões de toneladas) e Argentina (5,4 milhões).

Mercado – A Tortuga, uma das principais empresas no ramo de suplementos, espera fechar o ano com um faturamento de US$ 150 milhões, sobre os US$ 135 milhões do ano passado. “Esse é um ano relativamente bom para o setor de mineralização principalmente”, afirma Guido Gatta, diretor de marketing da empresa. Segundo dados do Sindirações, 40% do rebanho nacional consome suplementação mineral, que no ano passado atingiu produção de 1,3 milhão de toneladas.

O executivo da Tortuga acredita que o crescimento está baseado na especialização da pecuária, que busca cada vez mais a lucratividade. “O pecuarista de hoje não deixa mais seu gado no pasto para engordar em cinco anos. Ele está muito mais profissional”, afirma Guido Gatta.

A Premix aposta em crescimento de 10% em volume sobre as 110 mil toneladas produzidas no ano passado. “Em receita deveremos ficar nos mesmo patamares de 2001, com US$ 20 milhões”, afirma Alexandre Vilela, diretor da empresa.

O mercado de suplementação animal, diz ele, é crescente pois o pecuarista tem um acesso maior às novas tecnologias. “Se os preços estivessem um pouco melhores o aumento nas vendas seria de pelo menos 20%”, diz Vilela.

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