Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,58 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,42 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,31 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,53 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 172,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 188,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.286,52 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,90 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,92 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 172,37 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 163,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 182,06 / cx

Redação SI 31/10/2002 – Representantes de suinocultores e avicultores goianos reuniram-se hoje com o secretário de Agricultura do Estado, José Mário Schreiner, para solicitar implementação de medidas consideradas emergenciais para amenização da crise no abastecimento de milho.

Dentre as várias solicitações, o setor suinícola, alega também que o Banco do Brasil não vem liberando o crédito já autorizado pelo governo, limitado a R$ 60 mil por produtor e R$ 200,00 por matriz, para retenção das fêmeas. Os representantes das entidades presentes na reunião pediram gestões da Seagro para que o banco facilite o acesso a esse financiamento.

Já os avicultores reivindicaram ao secretário linha de crédito emergencial para custeio, para fazer frente ao momento, que, segundo a presidente da Associação Goiana de Avicultura, Margarida Conceição Fernandes Teixeira, é crítico.

Os produtores questionam ainda a diferença entre o preço pago ao produtor e o preço cobrado do consumidor. Eles lembram que a arroba bovina está em torno de R$ 56,00, enquanto a de suíno custa R$ 28,00. Mas na ponta final, o consumidor paga praticamente o mesmo preço pelas duas carnes. Se a distorção fosse corrigida, os reflexos no consumo seriam imediatos, permitindo desovar boa parte da produção das granjas.

O secretário comprometeu-se a gestionar com o Banco do Brasil e a Conab, para viabilização do acesso ao crédito e da oferta de milho para venda em balcão.

A Conab já anunciou que o estoque a ser liberado até janeiro é de apenas 2 mil toneladas, em pregões quinzenais. A quantidade é insuficiente para atender toda a demanda. A Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) também vai apoiar as ações, listando produtores cadastrados para aquisição preferencial do milho na venda em balcão.