Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Portaria da Seapa altera controle na indústria de alimentos de origem animal no RS

A medida representa uma mudança radical na forma de trabalho das empresas registradas na inspeção estadual.

Redação (08/11/2007)- As empresas gaúchas inscritas na Coordenadoria de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Cispoa) deverão cumprir com as normas de boas práticas de fabricação estabelecidas pelo Ministério da Agricultura (Mapa). A nova determinação da Secretaria da Agricultura (Seapa) está publicada na portaria nO 267/2007, válida para estabelecimentos elaboradores de alimentos de origem animal. Entre os objetivos está ampliar o controle sobre os laticínios.

A coordenadora da Cispoa, Deise Henckel, afirmou que a medida representa uma mudança radical na forma de trabalho das empresas registradas na inspeção estadual, que terão de estabelecer critérios que envolvem desde a seleção do fornecedor de matéria-prima até a refrigeração dos caminhões que levam o produto final ao consumidor. Contudo, a definição de como as normas serão implementadas ficará a cargo das próprias empresas, através de um manual. "Caberá à fiscalização apenas conferir se as ações previstas nesses planos foram implantadas."

Conforme o coordenador da Câmara Setorial do Leite e do Programa Estadual para o Desenvolvimento do Setor Lácteo do RS (Prodelact), Darcy Bitencourt, o Mapa já previa a aplicação das normas na portaria nO 368/1997. "Mas o Estado não tinha uma ação mais específica." Para a coordenadora da Cispoa, "essa é uma forma de corrigir a visão distorcida de que se há algum problema na fabricação, é porque a inspeção falhou."

Deise ressaltou que as 390 empresas em atividade registradas na Cispoa têm prazo de um ano para implementar o plano de boas práticas e as novas indústrias, de dois meses. Ela assinalou que a auditoria poderá ser feita antes do prazo de um ano, a pedido do estabelecimento, e que o planejamento deverá ser encaminhado com antecedência à inspeção.

No RS, há cerca de cem indústrias de lácteos, onde os treinamentos iniciarão em 2008. O prazo para o monitoramento da qualidade do leite é 2016. O diretor do Sindilat, Darlan Palharini, afirmou que a ação fortalece o controle e é um avanço rumo ao mercado internacional.

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