Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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A arrancada brasileira com os biocombustíveis

Site internacional destaca o sucesso do Brasil na produção de cana de açucar, gerando meios de sustentar a produção futura de combustíveis menos degradantes à natureza.

Redação (13/08/2008)- Agora que os preços do petróleo finalmente tiveram uma queda considerável (chegando a custar menos de US$120), alguns motoristas respiraram aliviados. Mas até quando? Segundo a agência de notícias Telegraph, do Reino Unido, um relatório publicado na sexta-feira passada (8) pela think tank Chatham House prevê que o preço do barril de petróleo deve se aproximar de US$ 200 num futuro próximo. Por esta razão, a economia mundial está reforçando a idéia já divulgada a anos: Gasolina custa caro, tanto para o bolso e do planeta.

Alternativa – Para continuarmos a usar o automóvel, que oferece tanto conforto nos dias atuais, estão surgindo os Biocombustíveis. Tais produtos foram previamente apresentados como ecológicos, mas foram acusados de produzir emissões poluentes similares com as atuais e ainda prejudicam a produção de alimentos, inflacionando consideravelmente os preços para o consumidor. No entanto, nem todos os biocombustíveis são "vilões". Basta olhar do outro lado do Atlântico; não na América, mas no Brasil.

Após a década de 1970, com o aumento absurdo dos preços do petróleo, o Brasil encontrou uma nova maneira de viajar usando os biocombustíveis, uma vez que, e os resultados são impressionantes.

O etanol brasileiro, feito a partir da cana de açucar já é uma realidade prestes a se tornar alternativa mundial ao petróleo. No mercado interno do País, o etanol já ultrapassou a gasolina nos postos de combustíveis neste ano. E a produção não pára de crescer. Hoje são 20 bilhões de litros por ano, volume 14% superior ao do ano passado e quase 100% maior em relação a 2002.  Até mesmo a indústria química, que havia abandonado o álcool na década de 1980 em favor da nafta (derivado de petróleo) vem retomando o combustível.

A chamada ‘janela de oportunidades’ não passou despercebida à Petrobrás, justamente a gigante do petróleo brasileiro, que tem investido nos biocombustíveis. Como se vê, o Brasil sai na frente visando ganhos econômicos e ambientais.

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