Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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P&D

Unipar pesquisa cama de frango

Universidade de Umuarama (PR) espera que com o tratamento da cama seja possível melhorar sua qualidade e reduzir a emissão de amônia.

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O curso de Medicina Veterinária da Universidade Paranaense (Unipar), Unidade de Umuarama, está desenvolvendo estudo no Aviário Experimental do Hospital Veterinário da voltado a avaliar meios para aumento no rendimento da carcaça de frango de corte.
Intitulado ‘influência da cama tratada com microrganismos benéficos sobre o desempenho, rendimento de carcaça e a qualidade da carne de frangos de corte’, o projeto de pesquisa, coordenado pelos professores Luciana Kazue Otutumi e Ranulfo Piau Júnior, teve seus experimentos iniciados em outubro. Estudantes ligados ao Pibic (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica) e ao Pic (Programa de Iniciação Científica), além de outros graduandos de Medicina Veterinária, auxiliam nos trabalhos.
“O estudo objetiva verificar se há relação na melhoria no desempenho, rendimento e qualidade da carcaça de frangos de corte pela melhoria nas condições onde os animais são criados, em função da aplicação de micro-organismos que reduzem a emissão de amônia, que vai melhorar a qualidade microbiológica da cama e o seu uso como fertilizante”, pontua Luciana Otutumi.
Para realização das atividades, o projeto conta com a parceria da Agroindustrial Parati-Averama, que doou os pintainhos e caixas de transporte para realização dos experimentos, e da Korin Meio Ambiente, responsável pela doação do produto para tratamento da cama. Todas as ações são concentradas no Aviário Experimental, laboratórios de nutrição animal do HV e nutrição animal do Câmpus-Sede e, posteriormente, no laboratório de alimentos do curso de Medicina Veterinária da UEM (Universidade Estadual de Maringá).
“Semanalmente é feita pesagem das aves e ração para determinação do ganho de peso e consumo de ração. Além disso, semanalmente são colhidas amostras de cama para avaliar o pH, visto que o produto aplicado apresenta pH ácido”, explica a professora. “As amostras colhidas de cama estão em processamento no laboratório. Ainda iremos finalizar a avaliação do rendimento de carcaça e qualidade da carcaça. As análises de qualidade da carcaça provavelmente serão feitas na UEM/Umuarama”, emenda.
No processo, os estudantes acompanham o tratamento dos animais e ajudam na manutenção da limpeza, na pesagem, no preparo do produto para aplicação e nas análises laboratoriais. Ao final do projeto, eles atuarão no abate e avaliação do rendimento e da qualidade da carcaça. Em relação a resultados, as expectativas são boas. “Espera-se que com o tratamento da cama seja possível melhorar sua qualidade, reduzindo o pH e patógenos e, por consequência, reduzir a emissão de amônia no ambiente”.

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