Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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P&D

Tecnologia no processamento

Frigoríficos baianos conversam sobre nova tecnologia no processamento de carnes com a Nova Zelândia.

Representantes do Sindicado da Indústria da Carne e Derivados do Estado da Bahia (Sincar) participaram na última sexta-feira (11) de uma reunião com o embaixador da Nova Zelândia no Brasil, Mark Trainor, para conhecer os interesses neozelandeses na agropecuária baiana e apresentar os potenciais do estado, sobretudo, as oportunidades de investimento para melhoria do processamento de carnes. O encontro ocorreu na sede da Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb), e foi ministrada pelo presidente da Federação, João Martins da Silva. A caprinovinocultura e a cadeia produtiva do leite também estiveram representadas no encontro.
   
A Nova Zelândia é sétimo maior exportador de carne bovina do mundo, tem um rebanho bovino aproximado de 9,5 milhões de animais, e exporta cerca de 80% do que produz. Ela contabiliza em torno de 30 milhões de ovinos. Nos últimos anos, recorrentes missões comerciais têm acontecido entre a Nova Zelândia e a Bahia, que incluíram a ida do governador Jaques Wagner para aquele país em 2010. Em junho deste ano, o Sincar também capitaneou uma expedição para buscar referências tecnológicas nas melhores e mais eficientes plantas industriais neozelandesas.
   
A proposta esboçada pelo embaixador na reunião da Faeb teve foco maior na transferência de know how. Um grupo de consultores neozelandeses já se encontra em terras baianas, dispostos a iniciar um trabalho de consultoria nas plantas industriais.
  
“Acho uma proposta muito interessante de se conhecer. Mas, também, assinalo que há muito espaço para atração de investimentos neozelandeses em todo o estado. Já temos aqui um caso de sucesso com a produção de leite a pasto no Oeste da Bahia, uma das maiores produtividades do mundo, e podemos dar início a outras experiências”, disse Júlio Farias, presidente do Sincar.
 
Padronizar para exportar
 
O presidente do Sincar, Júlio Farias, lembra que, embora no estado existam seis frigoríficos com o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), sendo um deles o maior frigorífico do mundo, o JBS, mesmo assim, o estado não exporta “nem um bife”. Segundo ele, não por falta de interesse dos frigoríficos em se adequar. “Falta padronizar também a matéria-prima. Boi para exportação tem de ser rastreado e castrado, mas nada disto existe ainda. São necessários investimentos em toda a cadeia produtiva, melhorar genética, investir em recuperação de pastagens. O Estado também tem fazer seu dever de casa, fiscalizando o abate e diminuindo a clandestinidade”, finalizou.

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