Em 1929, começaram nos EUA os primeiros estudos sobre agricultura de precisão.
Agricultura de precisão maximiza lucros e minimiza danos ao ambiente

Racionalização do uso de insumos e aumento da produtividade são alguns dos resultados da Agricultura de Precisão. Introduzida no Brasil em meados da década de 1990, a Agricultura de Precisão baseia-se em um conjunto de técnicas de gerenciamento agrícola a partir das propriedades do solo e das plantas de uma lavoura.
A ideia é obter o maior número de dados e características de um talhão para que o produtor tenha o máximo de aproveitamento de sua área, de maneira sustentável. Para isso, os procedimentos incluem a utilização de aparelhos como GPS, que auxiliam a localizar porções de terra para amostragem. A partir da análise das amostras, podem ser elaborados, por exemplo, mapas de produtividade. Outras técnicas consistem em fotografias aéreas, imagens de satélite e videografia.
Com a constante profissionalização do meio rural, a Agricultura de Precisão ganhou espaço no agronegócio brasileiro e conquistou a atenção do poder público. Atualmente, as práticas mais populares no país são relacionadas à aplicação de fertilizantes e corretivos em taxa variável. Para promover o sistema e auxiliar os produtores, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou o Comitê Brasileiro de Agricultura de Precisão.
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Em 2009, o Mapa lançou uma cartilha sobre a Agricultura de Precisão.
























