Estas embalagens se tornaram fundamentais no processo de preservação das características e da qualidade de produtos, pois, além de servir como agregador de volume, proporciona um adequado manejo para resfriamento ou congelamento
Sustentáveis e mais resistentes, embalagens secundárias de papelão ganham espaço em produtos cárneos

Dos materiais para embalagens, o papel é aquele que possui um dos menores impactos ambientais. Biodegradável por natureza, sua composição tem muito a colaborar com a sustentabilidade da cadeia de suprimentos do setor alimentício.
Contudo, nem sempre foi assim. Lá no início da utilização do papelão ondulado, ele foi desacreditado pelas companhias de fretes e seguros pela sua fragilidade em preservar o produto embalado quando comparado às caixas de madeira, tão utilizáveis até aquele momento. “Tal era a desconfiança que, propositadamente, chutavam-se as embalagens para comprovar que o bico do calçado era capaz de perfurar sua frágil estrutura e que altos valores de seguros deveriam ser taxados às embalagens”, comenta Álvaro João Pressanto, assessor de Mercado da Trombini, indústria do setor de embalagens.
Confira a matéria completa na edição 1306 da Revista Avicultura Industrial
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