Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,29 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,00 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,89 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,87 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,62 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,30 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,33 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,46 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 171,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 198,74 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,12 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.278,29 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.150,62 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,44 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 177,50 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx
Sanidade

País espera novo status para ‘vaca louca’

Brasil está confiante em melhorar seu status para a doença da “vaca louca” Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

Compartilhar essa notícia

Após duas tentativas frustradas de melhorar o status para a doença da “vaca louca” na Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o Ministério da Agricultura acredita ter, finalmente, cumprido todas as medidas fitossanitárias exigidas para voltar ao melhor nível de avaliação de risco – o nível 1.

Apesar do otimismo brasileiro, o processo é complexo. O pedido de reavaliação de risco, enviado no dia 28 de outubro, será analisado pela OIE neste mês, em Paris. Se houver sustentação técnica, o processo será, então, submetido à Comissão Científica da OIE. Mas somente em fevereiro de 2012.

Caso seja “validado”, o pedido será submetido, por 60 dias, à análise dos 187 países-membros da organização em uma espécie de consulta pública. Apenas com a aprovação de todas as nações, sem exceção, a reunião plenária da OIE, marcada para maio de 2012, selará o destino do requerimento.

O principal benefício da eventual aprovação na OIE será a liberdade para exportar para novos mercados, principalmente a cobiçada União Europeia.

Atualmente, o Brasil está entre os países com classificação de risco 2 para a doença, considerado “risco controlado”. O nível 1, objetivo perseguido pelo Ministério da Agricultura, significa “risco insignificante” para a enfermidade. Em 2009, o governo enviou um relatório à OIE na tentativa de reclassificar esse status. A OIE, no entanto, respondeu, à época, que ainda não seria possível melhorar a classificação brasileira. Mas não detalhou os porquês da recusa.

No processo agora apresentado à OIE, o ministério alega que o país nunca registrou casos da doença e cumpriu uma série de exigências para solicitar o reconhecimento. Os principais processos de profilaxia colocados em prática foram a esterilização da farinha de carne usada como ração animal e o rastreamento do gado importado. Ao todo, 3.650 veterinários oficiais, federais e estaduais fazem parte do sistema de defesa sanitária animal. Ao longo de sete anos, entre 2004 e 2010, período pedido pela OIE, foram coletadas 22.986 amostras para o teste da “vaca louca”.

A diferença da nova tentativa em relação às anteriores, segundo o diretor do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária, Guilherme Marques, é que não houve, na série histórica nos últimos sete anos – período de incubação da doença -, nenhuma importação de animais vivos ou farinha de países considerados de risco para a doença. “Somado com todo o esforço e investimento, nós temos convicção de que o sistema produtivo brasileiro é seguro em relação a essa enfermidade e tem plena condição de ser reconhecido de risco negligenciável”, acredita ele.

O diretor do Departamento de Saúde Animal diz que a situação desse ano é diferente das demais tentativas. “Nossas informações são robustas”, diz Marques.

Assuntos Relacionados Brasil
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 70,29
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 123,00
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 129,59
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 9,89
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,87
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,62
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,30
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,33
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,46
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 171,75
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 174,34
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 191,17
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 198,74
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 163,94
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 187,34
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,09
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,12
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.278,29
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.150,62
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 195,44
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 177,50
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 160,48
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 177,24
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341