Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas
Sanidade

Estudo da OMC mostra desunião do Mercosul também em questão sanitária

Grupo mostra-se incapaz também de coordenar e trocar informações na área sanitária e fitossanitária para reduzir os custos das transações comerciais.

Compartilhar essa notícia
Estudo da OMC mostra desunião do Mercosul também em questão sanitária

O Mercosul, formado por grandes exportadores agrícolas, mostra-se incapaz também de coordenar e trocar informações na área sanitária e fitossanitária para reduzir os custos das transações comerciais.

É o que mostra estudo publicado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre como conectar países em desenvolvimento aos mercados globais.

A situação do SPS (questões sanitárias e fitossanitárias, em inglês), no Mercosul chamou a atenção de dois especialistas, Valentina Delich e Miguel Lengyel, autores do estudo.

Podia-se esperar que o Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, exportadores agrícolas e sofrendo barreiras de SPS em outros mercados, pudessem pelo menos se entender em seu próprio mercado comum.

No entanto, mostram os autores, também nessa área os padrões sanitários e fitossanitários do bloco continuam sendo definidos em nível nacional, largamente influenciados pelas exigências dos mercados compradores. No comércio intra-bloco, ocorre mais tentativa de assegurar compatibilidade com a legislação nacional do Brasil, o maior mercado.

Formas tradicionais de intervenção na área de SPS, por exemplo para combater doenças, não levam em conta desafios de desenvolvimento de novas variedades, e não têm benefícios positivos em termos de competitividade

Os autores sugerem que os países deem mais espaço para política regional mais ativa, dinâmica e harmonização na área de SPS, para que seja realmente útil e não apenas um custo adicional.

O estudo examina também a estratégia de exportação de produtores de arroz e de maçã da Argentina. No primeiro caso, é sucesso, com produtores usando sementes de alto desempenho e servindo nichos do mercado. Já com maçã, a Argentina concentrou-se numa variedade, que foi deslocada por outras variedades nos mercados globais.

Assuntos Relacionados
comérciomercosulSanidade
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329