Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Sanidade

Proposta permite fabricação e venda de remédio manipulado de uso veterinário

Tramita na Câmara o Projeto que autoriza a produção, comercialização e uso de medicamentos manipulados de uso veterinário, inclusive para o tratamento de animais utilizados na alimentação humana.

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Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6485/13, do deputado Cesar Colnago (PSDB-ES), que autoriza a produção, comercialização e uso de medicamentos manipulados de uso veterinário, inclusive para o tratamento de animais utilizados na alimentação humana.

O Decreto-Lei 467/69, que trata da fiscalização de produtos de uso veterinário, estabelece regras para os produtos de uso veterinário — medicamentos, vacinas, desinfetantes — feitos pela indústria, seja genéricos ou não. Porém, a lei não prevê as chamadas farmácias de manipulação para fabricar remédios para animais.

Uma norma de 2005 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento permitiu o uso de medicamento manipulado de uso veterinário em animais não usados para alimentação humana. A proposta estende o uso dos remédios para espécies como aves, peixes, porcos e vacas.

O texto estabelece ainda que deva haver um período mínimo entre a aplicação do produto e o abate do animal ou coleta de ovo ou leite.

“Pela manipulação, produzem-se medicamentos ajustados à demanda específica de determinados casos e com preços inferiores aos dos medicamentos industrializados”, afirma Colnago.

Atenção à saúde
O parlamentar reconhece que há críticas à proposta, como a ameaça à saúde dos consumidores ou às exportações brasileiras. “Esse risco existe, mas não é exclusivo de preparações manipuladas”, destaca.

Para garantir qualidade e segurança, o projeto estabelece que todos os remédios sejam elaborados a partir de bulas com informações de itens como quantidade, composição, dosagem, contraindicações e intervalo de segurança. Uma regulamentação do Executivo deverá definir, de acordo com o texto, restrições a ingredientes e uso dos medicamentos, por exemplo.

“Os órgãos competentes de saúde e agropecuária podem excluir das preparações ingredientes ativos passíveis de deixar resíduos de alguma forma perigosos à saúde dos consumidores ou às exportações”, afirma Colnago.

O Brasil atualmente possui o maior rebanho comercial bovino do mundo, e é o terceiro maior produtor mundial de frango e o quarto maior produtor mundial de suínos.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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