Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Sanidade

Proposta permite fabricação e venda de remédio manipulado de uso veterinário

Tramita na Câmara o Projeto que autoriza a produção, comercialização e uso de medicamentos manipulados de uso veterinário, inclusive para o tratamento de animais utilizados na alimentação humana.

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Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6485/13, do deputado Cesar Colnago (PSDB-ES), que autoriza a produção, comercialização e uso de medicamentos manipulados de uso veterinário, inclusive para o tratamento de animais utilizados na alimentação humana.

O Decreto-Lei 467/69, que trata da fiscalização de produtos de uso veterinário, estabelece regras para os produtos de uso veterinário — medicamentos, vacinas, desinfetantes — feitos pela indústria, seja genéricos ou não. Porém, a lei não prevê as chamadas farmácias de manipulação para fabricar remédios para animais.

Uma norma de 2005 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento permitiu o uso de medicamento manipulado de uso veterinário em animais não usados para alimentação humana. A proposta estende o uso dos remédios para espécies como aves, peixes, porcos e vacas.

O texto estabelece ainda que deva haver um período mínimo entre a aplicação do produto e o abate do animal ou coleta de ovo ou leite.

“Pela manipulação, produzem-se medicamentos ajustados à demanda específica de determinados casos e com preços inferiores aos dos medicamentos industrializados”, afirma Colnago.

Atenção à saúde
O parlamentar reconhece que há críticas à proposta, como a ameaça à saúde dos consumidores ou às exportações brasileiras. “Esse risco existe, mas não é exclusivo de preparações manipuladas”, destaca.

Para garantir qualidade e segurança, o projeto estabelece que todos os remédios sejam elaborados a partir de bulas com informações de itens como quantidade, composição, dosagem, contraindicações e intervalo de segurança. Uma regulamentação do Executivo deverá definir, de acordo com o texto, restrições a ingredientes e uso dos medicamentos, por exemplo.

“Os órgãos competentes de saúde e agropecuária podem excluir das preparações ingredientes ativos passíveis de deixar resíduos de alguma forma perigosos à saúde dos consumidores ou às exportações”, afirma Colnago.

O Brasil atualmente possui o maior rebanho comercial bovino do mundo, e é o terceiro maior produtor mundial de frango e o quarto maior produtor mundial de suínos.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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