Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Saúde Animal

Paraná se prepara para a última vacinação contra a febre aftosa

A notícia foi veiculada no site da Agência de Notícias do Governo do Paraná.

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Paraná se prepara para a última vacinação contra a febre aftosa

O Governo do Paraná se prepara para a última campanha de vacinação contra a febre aftosa, que se inicia no dia 30 de abril.

O estado iniciou o processo para, em 2016, ser reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre da doença, sem a vacina. Nesta última etapa, a previsão é de vacinar cerca de 4 milhões de cabeças de gado e búfalos com até 24 meses de idade.

 Livre da doença há dez anos, o Paraná será o segundo estado brasileiro a manter a aftosa erradicada nos rebanhos bovinos e bubalinos sem necessidade de vacinação – Santa Catarina foi o primeiro a atingir este status –, o que permite a abertura de mercados mais atraentes para a exportação de carnes bovina e suína, como os Estados Unidos, o Japão e a Coreia do Sul.

 “O enfrentamento à febre aftosa serve de parâmetro para a qualidade do serviço de defesa sanitária de um estado”, destaca o diretor de Defesa Agropecuária da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Adriano Viesemberg. “Ao buscar o reconhecimento internacional, nós afastamos as restrições dos mercados que pagam melhor, beneficiando toda a cadeia produtiva da pecuária paranaense.”

 Segundo as normas da OIE, o pleito para que uma determinada área seja decretada livre de uma doença, sem vacinação, é feito 12 meses após a retirada do processo de imunização. “Nosso compromisso é cumprir um cronograma, que inclui a adequação da estrutura dos postos de trânsito agropecuário e a reposição do quadro de servidores, para então apresentar o pleito à OIE”, explica Viesemberg.

 O Paraná já cumpriu quase todos os requisitos necessários aos processos para o reconhecimento, faltando apenas a reestruturação física de postos de fiscalização nos limites com São Paulo e Mato Grosso do Sul e a nomeação de servidores concursados para reforçar a Adapar, executora do processo.

No último dia 31 de março, a Secretaria da Agricultura e Abastecimento reuniu os representantes do Conselho Estadual de Sanidade Animal (Conesa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para apresentar as ações do estado para conseguir o status de área livre de febre aftosa sem vacinação.

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