Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Sanidade

Secretaria da Agricultura de SC estuda medidas de prevenção contra a influenza aviária

Atualmente, 35 países já têm foco de gripe aviária, incluindo grandes produtores de aves como Estados Unidos, Canadá e China.

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Secretaria da Agricultura de SC estuda medidas de prevenção contra a influenza aviária

Secretaria da Agricultura de SC estuda medidas de prevenção contra a influenza aviáriaA Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca reuniu os membros do Comitê Estadual de Sanidade Avícola, nesta terça-feira (25), em Florianópolis, para tratar das medidas preventivas contra a influenza aviária, também conhecida como gripe aviária. Ainda não há registros da doença no Brasil, porém a maior preocupação do Estado é que as aves migratórias provenientes do hemisfério norte possam contaminar o rebanho catarinense. 
 
Atualmente, 35 países já têm foco de gripe aviária, incluindo grandes produtores de aves como Estados Unidos, Canadá e China. Para evitar que a doença chegue a Santa Catarina, o Comitê de Sanidade Avícola decidiu revisar os procedimentos preventivos, entre eles a mobilização do setor público e privado, e atualizar o Plano Estadual de Contingência para Influenza Aviária, que trata das medidas que devem ser tomadas em caso de uma emergência sanitária.
 
Nos próximos dias, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) irá monitorar uma amostragem de 316 estabelecimentos que criam aves em todo o estado para verificar se há a presença da doença. O secretário da Agricultura, Moacir Sopelsa, explica que a gripe aviária é considerada exótica no Brasil, mas existe o risco de introdução do vírus através das aves migratórias que chegam ao país nos próximos meses e com o trânsito de pessoas. “Seria terrível se tivéssemos um foco da influenza aviária, por isso estamos agindo preventivamente, envolvendo o setor produtivo, as agroindústrias e os criadores de aves para que estejam em alerta e comuniquem a Cidasc se tiverem qualquer suspeita de que existe uma ave doente, com as características da enfermidade”, afirmou.
 
Entre as medidas de prevenção que devem ser tomadas pelos produtores está evitar o contato de aves domésticas com aves silvestres; controle do trânsito de veículos e pessoas nas granjas; criação de aves em instalações fechadas, utilizando a tela anti-pássaros. A preocupação se estende a todos os tipos de aves, não só aos frangos. 
 
O Comitê de Sanidade Avícola é formado pela Secretaria da Agricultura, Cidasc, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne), Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa), Embrapa Suínos e Aves, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), Associação Catarinense de Avicultura (Acav) e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).  

A gripe aviária
 
A influenza aviária, ou gripe aviária, é causada por um vírus e a transmissão se dá pelo ar, água, alimentos e materiais contaminados e especialmente pelo contato com aves doentes. É importante lembrar que a doença só é transmissível para o ser humano em caso de contato com o animal doente, ou seja, não existe nenhum risco de contágio através do consumo de carne de frango.
 
Os principais sintomas da doença nas aves são: dificuldade respiratória, crista e barbela inchadas e roxas, torcicolo e alta mortalidade. Caso o produtor observe qualquer anormalidade, deve comunicar a Cidasc por meio do disque denúncia 0800 643 9300. A Companhia terá 12 horas para fazer a investigação em qualquer município do estado.

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