Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Sanidade

Mato Grosso inicia levantamento sorológico sobre a Peste Suína Clássica

Para reforçar a ação, o Indea fará o treinamento de cerca de 74 médicos veterinários distribuídos nas 13 Unidades Regionais de Supervisão e a entrega do material destinado à coleta sorológica adquirido mediante parceria técnica com a Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) que disponibilizou todo o material laboratorial para a realização das coletas.

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Mato Grosso inicia levantamento sorológico sobre a Peste Suína Clássica

Foto: Reprodução AcrismatEm parceria com a Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea/MT) inicia nesta quarta-feira (10/08), às 8h, em sua sede na avenida jornalista Arquimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho) o levantamento sorológico sobre a Peste Suína Clássica (PSC). O teste obrigatório servirá para manter Mato Grosso na condição de livre da PSC, conforme reconhecimento feito pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

Para reforçar a ação, o Indea fará o treinamento de cerca de 74 médicos veterinários distribuídos nas 13 Unidades Regionais de Supervisão e a entrega do material destinado à coleta sorológica adquirido mediante parceria técnica com a Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) que disponibilizou todo o material laboratorial para a realização das coletas.

Determinado pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento (Mapa), o teste de sorologia é realizado em suínos de subsistência, popularmente conhecidos como ‘suínos de fundo de quintal’, visto que os que são comercializados de granjas credenciadas passam por constantes testes para validar a qualidade da carne. 

De acordo com o veterinário da Acrismat, Igor Queiroz, o procedimento, que acontece a cada dois anos, baseia-se na coleta sanguínea dos suínos, centrifugação do sangue e posterior encaminhamento do soro para o Laboratório Oficial do Ministério. “O exame avalia se existe a circulação do vírus para peste suína clássica na propriedade e nos suínos ali presentes, bem como possibilita avaliar a origem da contaminação”, explica. 

Serão 320 propriedades fiscalizadas que possuem suínos com a finalidade de subsistência em 107 municípios estaduais. Estima-se uma média de 1800 amostras para encaminhamento e análise no Laboratório Oficial do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.

“Com o reconhecimento internacional da Organização Mundial de Saúde Animal de que somos uma região livre da Peste Suína Clássica precisamos manter o nosso status e, ações como essa reforçam os nossos projetos e nos possibilita manter um alto padrão de qualidade e sanidade do nosso rebanho”, explica o presidente do Indea/MT, Guilherme Nolasco.

O presidente da Acrismat, Raulino Teixeira, lembra que Mato Grosso está livre da doença há anos, e manter o status garante que a carne suína mato-grossense possa conquistar novos mercados. “Dentre as diretrizes da associação, está o apoio sempre que possível para as atividades que garantam a sanidade e a qualidade da carne suína, favorecendo a categoria”, ressalta.

Atualmente a suinocultura em Mato Grosso gera 3.505 empregos diretos e 10.515 indiretos. Ao todo são 416 granjas comerciais espalhadas em 33.678 propriedades cadastradas no Estado. O Estado possui um plantel de 1,5 milhão de cabeças de suínos, dos quais 138 mil são matrizes.

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