Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Biossegurança

Governo do RS estabelece diretrizes em busca de garantir status como zona livre de PSC

Objetivo do documento é preservar a condição sanitária do plante do Estado

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Governo do RS estabelece diretrizes em busca de garantir status como zona livre de PSC

O Governo do Estado do Rio Grande do Sul divulgou recentemente a Instrução Normativa nº 10-2021, que estabelece diretrizes essenciais de biosseguridade a serem seguidas nas granjas de suínos.

O principal objetivo do documento, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPDR), é preservar a condição sanitária dos rebanhos suínos do Estado e garantir o reconhecimento internacional como “zona livre de peste suína clássica”, concedido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) em 2015.

A publicação da normativa é considerada uma conquista importante pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), que desempenhou um papel ativo na formulação das diretrizes, contribuindo para a adequação das medidas à realidade dos suinocultores gaúchos.

De acordo com Valdecir Luis Folador, presidente da ACSURS, a normativa fornecerá orientações claras sobre as ações que devem ser adotadas pelos suinocultores. Ele ressalta a importância de compreender e implementar as exigências apresentadas no documento, visando a proteção da saúde dos animais e a manutenção do trabalho realizado na suinocultura.

As novas diretrizes de biosseguridade abrangem uma série de medidas e cuidados específicos, que devem ser implementados nas granjas e propriedades rurais. Os suinocultores terão prazos variados, entre 12, 24 e 32 meses, para adequarem suas instalações às exigências estabelecidas na Instrução Normativa nº 10-2021.

A normativa destaca a importância da prevenção de doenças e ressalta que todos os envolvidos na indústria suinícola têm um papel fundamental na garantia da saúde dos rebanhos. A aplicação rigorosa das diretrizes de biosseguridade é fundamental para evitar a propagação de enfermidades e preservar a qualidade e a segurança dos produtos suínos.

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