Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Biossegurança

Governo do RS estabelece diretrizes em busca de garantir status como zona livre de PSC

Objetivo do documento é preservar a condição sanitária do plante do Estado

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Governo do RS estabelece diretrizes em busca de garantir status como zona livre de PSC

O Governo do Estado do Rio Grande do Sul divulgou recentemente a Instrução Normativa nº 10-2021, que estabelece diretrizes essenciais de biosseguridade a serem seguidas nas granjas de suínos.

O principal objetivo do documento, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPDR), é preservar a condição sanitária dos rebanhos suínos do Estado e garantir o reconhecimento internacional como “zona livre de peste suína clássica”, concedido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) em 2015.

A publicação da normativa é considerada uma conquista importante pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), que desempenhou um papel ativo na formulação das diretrizes, contribuindo para a adequação das medidas à realidade dos suinocultores gaúchos.

De acordo com Valdecir Luis Folador, presidente da ACSURS, a normativa fornecerá orientações claras sobre as ações que devem ser adotadas pelos suinocultores. Ele ressalta a importância de compreender e implementar as exigências apresentadas no documento, visando a proteção da saúde dos animais e a manutenção do trabalho realizado na suinocultura.

As novas diretrizes de biosseguridade abrangem uma série de medidas e cuidados específicos, que devem ser implementados nas granjas e propriedades rurais. Os suinocultores terão prazos variados, entre 12, 24 e 32 meses, para adequarem suas instalações às exigências estabelecidas na Instrução Normativa nº 10-2021.

A normativa destaca a importância da prevenção de doenças e ressalta que todos os envolvidos na indústria suinícola têm um papel fundamental na garantia da saúde dos rebanhos. A aplicação rigorosa das diretrizes de biosseguridade é fundamental para evitar a propagação de enfermidades e preservar a qualidade e a segurança dos produtos suínos.

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