Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
Destaque Todas Páginas
Sanidade

Agricultura Intensiva e o Aumento do Risco de Novas Pandemias

Um novo estudo liderado pela Universidade de Exeter revela que a expansão da agricultura intensiva e a consequente degradação ambiental podem elevar o risco de novas pandemias. A pesquisa questiona…
Compartilhar essa notícia
Agricultura Intensiva e o Aumento do Risco de Novas Pandemias

Um novo estudo liderado pela Universidade de Exeter revela que a expansão da agricultura intensiva e a consequente degradação ambiental podem elevar o risco de novas pandemias. A pesquisa questiona a ideia de que a agricultura industrializada reduz os riscos de doenças zoonóticas (transmitidas de animais para humanos) através de melhores controles e biossegurança.

O estudo, conduzido pelo professor Steve Hinchliffe, destaca que, apesar das melhorias na biossegurança, a intensificação da agricultura pode, na realidade, contribuir para o surgimento de doenças infecciosas emergentes. Hinchliffe observa que a pandemia de Covid-19 renovou a preocupação com doenças zoonóticas e que fatores como o contato entre humanos e animais e o uso da terra desempenham um papel significativo nesses riscos.

O artigo enfatiza que a análise dos riscos deve ir além das ciências microbiológicas e ecológicas, incluindo também fatores sociais, econômicos e políticos. Hinchliffe critica a ideia de que a separação entre gado e vida selvagem elimina o risco de transmissão de doenças, argumentando que a realidade das fazendas, com suas estruturas físicas e movimentação de trabalhadores, pode facilitar acidentes e a entrada de animais selvagens.

Além disso, a pesquisa aponta que a intensificação da agricultura cria uma “paisagem mista” que, paradoxalmente, aumenta o risco de doenças infecciosas. Problemas com biossegurança também são destacados, com variações regionais afetando a manutenção e eficácia das medidas de segurança.

O estudo conclui que, para abordar efetivamente o risco de pandemias, é necessário reconsiderar os impactos socioculturais da produção intensiva de animais, bem como os desafios para a saúde planetária e o bem-estar animal. O artigo, publicado na Royal Society Open Science, é intitulado “Compreender os papéis da economia e da sociedade nos riscos relativos da emergência da zoonose do gado”.

Assuntos Relacionados boletimAI
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329