Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Estudo

Nova variante H9N2 da Influenza Aviária preocupa cientistas por potencial de contágio

Descubra os perigos da nova variante H9N2 da Influenza Aviária e suas implicações para a saúde pública e agropecuária

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Nova variante H9N2 da Influenza Aviária preocupa cientistas por potencial de contágio

Enquanto o mundo agropecuário concentra seus esforços no combate ao H5N1 (que devastou granjas e fazendas leiteiras nos últimos anos), cientistas estão soando o alarme para o H9N2, uma variante do vírus da gripe aviária que está evoluindo rapidamente.

Um estudo recente realizado por pesquisadores de Hong Kong revelou que, na última década, o H9N2 adquiriu mutações genéticas específicas que permitem uma transmissão mais eficiente entre humanos e causam doenças mais graves. Até então, o foco estava quase exclusivamente no H5N1, que já infectou mais de 70 humanos nos EUA (a maioria ligada ao contato com aves e vacas) e causou mortalidade em mamíferos selvagens.

Os pesquisadores enfatizaram uma diferença operacional perigosa entre os vírus: o “silêncio” clínico. Enquanto o H5N1 costuma ser altamente letal para as aves (funcionando como um “alarme imediato” nas granjas devido à alta mortalidade), o H9N2 muitas vezes circula de forma assintomática ou com sinais leves nos lotes avícolas (baixa patogenicidade).

Essa característica de “inimigo oculto” permite que o vírus se espalhe amplamente sem ser detectado pelo produtor, dando-lhe tempo e hospedeiros suficientes para sofrer recombinações genéticas com outros vírus e acelerar sua adaptação aos mamíferos.

A descoberta de que o H9N2 está se adaptando para “furar” a barreira das espécies coloca pressão adicional sobre os sistemas de vigilância sanitária. Para o setor produtivo, isso significa que a biosseguridade não pode focar apenas em uma cepa.

A coexistência de múltiplos vírus com potencial pandêmico (H5N1 no campo e H9N2 evoluindo em paralelo) exige uma abordagem de “Saúde Única” (One Health) mais rigorosa do que nunca, com testes ativos em aves vivas e não apenas em animais mortos.

Referência: The New York Times

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