Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 153,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,13 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,24 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.536,73 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,51 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 126,99 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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SANIDADE

Santa Catarina registra a primeira morte de Leão-Marinho por Gripe Aviária

Até então, Santa Catarina havia detectado casos de gripe aviária apenas em aves silvestres. Desde maio, quando o primeiro caso foi confirmado no Brasil, o país registrou 135 focos da doença.

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Santa Catarina registra a primeira morte de Leão-Marinho por Gripe Aviária

Santa Catarina confirmou o primeiro caso de gripe aviária em um mamífero, um leão-marinho, marcando o 19º foco confirmado da doença no estado. No entanto, é importante ressaltar que não houve confirmação de infecção em aves destinadas à produção comercial, informou a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola Estadual (Cidasc).

O leão-marinho foi encontrado sem vida na praia de Garopaba, no sul catarinense, em 18 de outubro. O animal foi inicialmente avistado pelo Projeto de Monitoramento de Praias, que imediatamente notificou a Cidasc, o órgão responsável pela execução das ações de sanidade animal e vegetal em Santa Catarina.

Até então, Santa Catarina havia detectado casos de gripe aviária apenas em aves silvestres. Desde maio, quando o primeiro caso foi confirmado no Brasil, o país registrou 135 focos da doença.

A presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos, enfatizou que os casos não afetam a produção comercial, e apesar de Santa Catarina concentrar 14% dos registros no país, o estado continua habilitado para a exportação e comercialização com mais de 150 países em todo o mundo.

O caso mais recente de gripe aviária em uma ave silvestre ocorreu com um atobá-pardo, encontrado morto em Itapoá, no litoral norte.

A Cidasc divulgou orientações para que as pessoas saibam como proceder ao encontrar animais marinhos, incluindo evitar o contato direto com lobos e leões-marinhos, não se aproximarem de animais feridos ou descansando nas praias e costões, e notificarem a Cidasc ou a Polícia Ambiental caso encontrem um animal morto.

No dia 20 de julho, o governo de Santa Catarina declarou estado de emergência zoossanitária devido à gripe aviária. O decreto tem validade de 180 dias e acompanha uma ação nacional. Esse estado de emergência foi declarado após a detecção do vírus da Influenza Aviária H5N1 de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves no estado.

Santa Catarina registrou o primeiro caso de gripe aviária de sua história em 27 de junho, quando o vírus foi identificado em uma ave silvestre da espécie Trinta-Réis-Real em São Francisco do Sul, no norte do estado. Em 15 de julho, foi identificado o primeiro caso de Influenza Aviária em uma criação de subsistência, localizada em Maracajá, no sul do estado.

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