Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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PSC

RS completa nove anos de reconhecimento internacional como área livre de PSC sem vacinação

O Rio Grande do Sul completou, no final de maio, nove anos de reconhecimento como área livre de Peste Suína Clássica (PSC) sem vacinação. A certificação foi concedida em 2015,…
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RS completa nove anos de reconhecimento internacional como área livre de PSC sem vacinação

O Rio Grande do Sul completou, no final de maio, nove anos de reconhecimento como área livre de Peste Suína Clássica (PSC) sem vacinação. A certificação foi concedida em 2015, durante uma reunião da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) em Paris, marcando um avanço significativo para o estado.

Rogério Kerber, presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do RS (Fundesa), destacou o longo percurso até a conquista.

“O processo começou em 1992 com a suspensão da vacina contra PSC e envolveu um período extenso de ajustes e colaboração entre os setores público e privado.” Kerber enfatizou que este reconhecimento também contribuiu para a certificação do estado como área livre de febre aftosa sem vacinação em 2021, também pela OMSA.

Em 2015, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina foram os primeiros estados brasileiros a receber a certificação da OMSA. Bernardo Todeschini, auditor fiscal federal agropecuário, relembrou que a decisão de solicitar o reconhecimento foi tomada um ano antes.

“Foi um desafio sem precedentes, mas o estado se apresentou com a confiança de que sua situação sanitária estava apta para a certificação. Hoje, o Rio Grande do Sul serve de referência para outros estados que também conseguiram o selo.”

José Roberto Goulart, presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do RS, reforçou a importância do status sanitário para o setor suinícola, destacando que o avanço sanitário facilita o acesso a novos mercados e traz desenvolvimento econômico.

Valdecir Folador, presidente da Associação dos Criadores de Suínos do RS, apontou que a certificação é um “carimbo no passaporte” para a carne suína do estado, evidenciando a qualidade e sanidade do rebanho.

Ernani Polo, secretário da Agricultura na época da conquista e atualmente Secretário do Desenvolvimento Econômico, celebrou a importância contínua da certificação. “A sanidade é um patrimônio que deve ser preservado com cuidado. Estou feliz por ter participado dessa conquista e reconheço a contribuição de todos os envolvidos, tanto do serviço oficial quanto do setor privado.”

O reconhecimento internacional reforça a posição do Rio Grande do Sul como líder em sanidade animal, abrindo portas para novos mercados e solidificando a confiança internacional na suinocultura do estado.

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