Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Aujeszky : suinocultores gaúchos querem fechar fronteira com SC a fim de conter doença

Forte integração econômica entre RS e SC pode dificultar o fechamento da fronteira, diz representante do Mapa.

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Redação SI 30/10/2003 – 05h25 – Para o delegado do Ministério da Agricultura no Estado do Rio Grande do Sul, Francisco Signor, seria muito complicado impedir o trânsito de animas na fronteira com Santa Catarina, como vem sendo solicitado por criadores do Estado, que temem não conseguir conter o mal de Aujeszky na região.

Os criadores do RS optaram pelo abate dos animais infetados, enquanto os catarinenses decidiram apenas pela vacinação, mantendo com isso o risco permanente de reingresso da epizootia no Estado, contestam os suinocultores.

Signor acredita que a forte integração econômica existente entre os criadores dos dois estados dificulta esta ação, especialmente com a comercialização de matrizes. Segundo ele, é necessário disciplinar o trânsito e não impedir que os criadores possam transportar seus produtos até os frigoríficos.

O delegado explica que o trânsito dos animais e produtos na divisa entre os estados cabe ao Ministério da Agricultura e a fiscalização no estado à Secretaria da Agricultura, que está atuando com três barreiras. Mas como existem muitas vias de acesso, fica difícil o controle. Daí a necessário colaboração dos suinocultores, alerta.

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