Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Gripe em aves migratórias preocupa o Brasil

“Temos uma costa muito grande, e aves migratórias são um dos principais veículos do influenza aviária”, disse o gerente do Programa Nacional de Sanidade Avícola do Ministério da Agricultura, Egon Vieira da Silva.

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Redação AI 27/01/2004 – 05h35 – O governo brasileiro está preocupado com a possível entrada da gripe do frango “influenza aviária” no país por meio de aves migratórias. “Temos uma costa muito grande, e aves migratórias são um dos principais veículos desse vírus”, disse o gerente do Programa Nacional de Sanidade Avícola do Ministério da Agricultura, Egon Vieira da Silva.

Vieira da Silva disse que é possível garantir, no entanto, que as aves das granjas são seguras e totalmente livres da doença. “O que a gente pode falar é que o frango brasileiro é seguro para a população”, afirma o veterinário.

O risco das aves migratórias, segundo ele, é que elas saem do Ártico no inverno do hemisfério norte e migram para regiões mais quentes, como a América do Sul ou a Ásia. Quando voltam para o Ártico, na época de reprodução, podem se contaminar e trazer a doença para o Brasil da próxima vez.

A transmissão para os aviários também preocupa, mas é mais fácil de controlar, na avaliação de Vieira da Silva. “Impossível (que a doença entre no país) não é, mas estamos tomando os cuidados e as medidas necessárias para prevenir”, afirmou. “Mesmo aves de fundo de quintal passam a ser um risco”, afirma o gerente do Programa Nacional de Sanidade Avícola.

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