Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Fonte de oportunidades

Empresários acreditam que vão lucrar com gripe aviária.

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Redação AI 11/11/2005 – A gripe aviária está sendo vista por um grupo de empresários do Paraná como fonte de oportunidades. Integrantes da Unifrango Agroindustrial , empresa formada há três anos por 19 produtores, respondendo por 20% da oferta de aves do Estado, planejam investir R$ 20 milhões em um abatedouro para galinhas de descarte, em Apucarana (PR).

Com a regionalização da avicultura, discutida pelo setor desde os anos 90 e em fase de implantação, o trânsito de animais vivos entre os Estados deixará de ser permitido. Até que a unidade fique pronta, os representantes da Unifrango comprometeram-se a usar, já a partir da próxima semana, os 14 abatedouros existentes nas empresas que fazem parte do grupo, evitando o trânsito das aves fora do Paraná.

“Vamos ganhar muito dinheiro com a gripe. O Brasil vai ser oásis do mundo”, disse ontem (dia 10) o presidente da empresa e do Sindicato da Indústria de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins. Ele contou que, além das medidas em andamento para proteger o Estado de doenças como newcastle e gripe aviária, os empresários pretendem “blindar” a cadeia produtiva com outras iniciativas.

O assunto foi discutido em encontro técnico em Maringá (PR). O governo do Estado apresentou as ações sanitárias na área de aves. O chefe da seção de sanidade avícola da secretaria estadual da Agricultura, Odilon Baptista Filho, contou que 50% dos cerca de 10 mil estabelecimentos de produção de frango foram cadastrados via GPS. O trabalho deve ser concluído este ano.

Baptista Filho informou que foram definidos dez corredores sanitários avícolas para trânsito em emergência sanitária e que o Grupo de Atendimento Sanitário Emergencial para aves começa a receber treinamento em dezembro.

O Paraná é o maior produtor de frangos de corte do Brasil. Em 2005, o Estado deverá abater 23,5% das 8,5 milhões de toneladas totais de carne previstas no país. Diante das ameaças que pairam sobre o setor, há quem defenda uma reavaliação da produção. “Estamos alojando muito frango. Sou favorável a que se reduza de 10% a 15%”, disse Alfredo Kaefer, presidente da Avipar (que reúne os abatedouros do Paraná).
 

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