Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Bouba aviária pode ter matado galinhas em Bagé

A doença é causada pelo vírus Treponemo pertenue e os sintomas principais são o surgimento de verrugas ao redor dos olhos e nas patas e placas amareladas em alguns órgãos internos.

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Redação AI (19/04/06)- A Coordenadoria de Meio Ambiente e Vigilância Sanitária de Bagé monitora há duas semanas os animais de propriedades situadas em Quebrachinho, a seis quilômetros da cidade. Na localidade, em menos de um mês, morreram cerca de cem galinhas e um cachorro, que mordeu uma das aves. A suspeita é de bouba aviária, mas a confirmação só vai ocorrer amanhã, quando será divulgado o laudo das culturas feitas com animais vivos pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

A bouba aviária é causada pelo vírus Treponemo pertenue e os sintomas principais são o surgimento de verrugas ao redor dos olhos e nas patas e placas amareladas em alguns órgãos internos. O vírus é transmitido pela picada de insetos que sugam sangue e pelo contato com aves doentes ou objetos contaminados.

Conforme o coordenador de Meio Ambiente e Vigilância Sanitária de Bagé, Luís Henrique Corrêa, o primeiro relato recebido foi no dia 26 de março e desde então se iniciou o monitoramento dos animais.

Ressalta que a doença suspeita não é transmissível para seres humanos e que pode ocorrer em locais onde a água nos coxos não é trocada com freqüência, assim como provocada pela umidade e calor nos galinheiros.

Corrêa esclarece que a investigação feita nas lavouras de soja das redondezas descartou qualquer problema com relação à composição dos produtos utilizados. Também foi afastada a hipótese de se tratar de gripe aviária, pois a equipe da UFPel coletou material do pulmão e estômago dos animais mortos e nada constatou.

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