Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Abipecs critica política sanitária brasileira

As declarações foram feitas no Seminário Perspectivas para o Agribusiness em 2006 e 2007.

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Redação SI (08/05/06)- O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína – Abipecs, Pedro de Camargo Neto, criticou o setor pecuário e o governo pelo surgimento de novos focos de febre aftosa no Brasil.

As declarações foram feitas durante a sua participação no Seminário Perspectivas para o Agribusiness em 2006 e 2007, realizado em São Paulo.

O novo foco da febre aftosa no Mato Grosso do Sul se deve a uma sucessão de erros que vêm sendo permitidos sistematicamente pelos pecuaristas e pelo governo. Ou aprendemos com nossos erros e mudamos, ou continuaremos patinando e perdendo mercado mundial afirmou. Camargo afirma que o controle da febre aftosa é uma questão de fácil solução.

Bastaria vacinar 90% do rebanho por dois anos consecutivos; manter um cadastro dos animais e dos produtores; fazer um controle efetivo do trânsito de animais e multar quem não vacina o rebanho. Quando isso foi feito pelo Brasil, ficamos um bom tempo livre da doença.

O presidente da Abipecs ressaltou que o Brasil não consegue conquistar novos mercados, como o Japão, porque o produto brasileiro perdeu credibilidade por conta da falta de controle sanitário. O Brasil relaxou e o problema voltou. A responsabilidade é nossa e devemos assumi-la disse.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que as exportações brasileiras de carne suína começaram a se recuperar em abril, depois de três meses de queda consecutiva. Foi registrado um crescimento superior a 85% no setor em relação a março deste ano. A comparação com abril de 2005, no entanto, revela resultados ainda desanimadores para a balança comercial: 45,5% de queda na receita e 47,2% no volume. O embargo russo às carnes brasileiras continua sendo o fator principal dos problemas enfrentados pelo setor.

O veto da Rússia às carnes brasileiras está em vigor desde dezembro do ano passado devido ao surgimento de focos de febre aftosa no Mato Grosso do Sul e no Paraná. Desde então, apenas a produção do Rio Grande do Sul foi liberada para comercialização. A Rússia é o principal destino das exportações da carne suína brasileira.

O Brasil registrou uma receita de US$ 1,6 bilhão com o embarque das três carnes para a Rússia no ano passado. A carne suína respondeu sozinha por US$ 1,1 bilhão deste total. O embargo continua vigorando para os demais Estados brasileiros, incluindo Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.

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