Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Abipecs critica política sanitária brasileira

As declarações foram feitas no Seminário Perspectivas para o Agribusiness em 2006 e 2007.

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Redação SI (08/05/06)- O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína – Abipecs, Pedro de Camargo Neto, criticou o setor pecuário e o governo pelo surgimento de novos focos de febre aftosa no Brasil.

As declarações foram feitas durante a sua participação no Seminário Perspectivas para o Agribusiness em 2006 e 2007, realizado em São Paulo.

O novo foco da febre aftosa no Mato Grosso do Sul se deve a uma sucessão de erros que vêm sendo permitidos sistematicamente pelos pecuaristas e pelo governo. Ou aprendemos com nossos erros e mudamos, ou continuaremos patinando e perdendo mercado mundial afirmou. Camargo afirma que o controle da febre aftosa é uma questão de fácil solução.

Bastaria vacinar 90% do rebanho por dois anos consecutivos; manter um cadastro dos animais e dos produtores; fazer um controle efetivo do trânsito de animais e multar quem não vacina o rebanho. Quando isso foi feito pelo Brasil, ficamos um bom tempo livre da doença.

O presidente da Abipecs ressaltou que o Brasil não consegue conquistar novos mercados, como o Japão, porque o produto brasileiro perdeu credibilidade por conta da falta de controle sanitário. O Brasil relaxou e o problema voltou. A responsabilidade é nossa e devemos assumi-la disse.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que as exportações brasileiras de carne suína começaram a se recuperar em abril, depois de três meses de queda consecutiva. Foi registrado um crescimento superior a 85% no setor em relação a março deste ano. A comparação com abril de 2005, no entanto, revela resultados ainda desanimadores para a balança comercial: 45,5% de queda na receita e 47,2% no volume. O embargo russo às carnes brasileiras continua sendo o fator principal dos problemas enfrentados pelo setor.

O veto da Rússia às carnes brasileiras está em vigor desde dezembro do ano passado devido ao surgimento de focos de febre aftosa no Mato Grosso do Sul e no Paraná. Desde então, apenas a produção do Rio Grande do Sul foi liberada para comercialização. A Rússia é o principal destino das exportações da carne suína brasileira.

O Brasil registrou uma receita de US$ 1,6 bilhão com o embarque das três carnes para a Rússia no ano passado. A carne suína respondeu sozinha por US$ 1,1 bilhão deste total. O embargo continua vigorando para os demais Estados brasileiros, incluindo Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.

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