Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Exame afasta suspeita de Newcastle no Pará

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento não reconhece a presença de Doença de Newcastle no Pará.

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Redação (21/07/06) – O coordenador de Sanidade Avícola do Mapa, Marcelo Mota, informou que o resultado divulgado hoje (20/07) pelo Laboratório Nacional Agropecuário de Campinas (Lanagro) foi negativo para a enfermidade. A morte de 150 aves num assentamento da Ilha de Mosqueiro, a 70 quilômetros de Belém, levantou a suspeita de ocorrência da doença, agora afastada pelo teste de caracterização viral realizado pelo LANAGRO.

Segundo Mota, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) só considera Newcastle quando o Índice de Patogenicidade Intracerebral (IPIC) encontrado nas amostras é igual ou superior a 0,70, capaz de causar a mortalidade em aves. Na Ilha de Mosqueiro, as amostras analisadas apresentaram IPIC de apenas 0,18. Neste caso, a OIE dispensa notificação. O mesmo material foi submetido a teste para a influenza aviária, com resultados negativos.

Marcelo explicou que a morte das aves pode ter sido causada pela falta de acompanhamento sanitário ou manejo inadequado, já que a propriedade não dispunha de assistência veterinária. O vírus isolado na região não está relacionado à mortalidade das aves. Ele adiantou também que os trabalhos de investigação epidemiológica realizados até agora não identificaram outras suspeitas de doenças em aves nas propriedades da ilha.

Mota lembrou que, mesmo sem a comprovação da doença, o ministério e a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) já haviam tomado as medidas sanitárias recomendadas pelas legislações federal e estadual para controle e erradicação de doenças. Entre elas, a interdição da propriedade sob suspeita, coleta e amostras biológicas para diagnóstico laboratorial, cadastro de todas as categorias de aves, vigilância clínica e epidemiológica.

Segundo o coordenador, não há nenhuma propriedade com criatório de aves comerciais num raio de 10 quilômetros daquela onde se registrou a suspeita. Ele destacou ainda que o Mapa vem intensificando o trabalho de vigilância sanitária em todo o país bem como a capacitação de veterinários. Até o final deste ano, o ministério promoverá 14 cursos para treinamento de 500 veterinários oficiais.

 

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