Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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PR segue sem laboratórios aptos a diagnosticar doenças de aves

A realidade mostra que o objetivo está distante de ser alcançado.

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Redação (11/10/06) – Apesar das tentativas por parte da Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária do Paraná (Seab) de tentar agilizar o credenciamento de laboratórios no estado para a realização de diagnósticos em doenças de aves, como a Influenza Aviária e a Newcastle, a realidade mostra que o objetivo está distante de ser alcançado.

De acordo com o Chefe da Seção de Sanidade Avícola da Divisão de Defesa Animal da Seab, Odilon Douat Baptista, a burocracia está atrasando o credenciamento do laboratório da Universidade Estadual de Londrina (UEL). “Os procedimentos já deveriam ser adotados, mas o laboratório segue no aguardo de um parecer sobre as plantas”, disse.

No caso do laboratório Marcos Henriette, já foram liberados recursos para as obras de ampliação das instalações, o que deve demorar em torno de 14 meses.

“O fato é que este laboratório está preparado apenas para a realização de sorologias da doença de Newcastle e não para Influenza Aviária. Nem mesmo o isolamento e a tipificação podem ser feitas por aqui, o que deixa o Paraná de certo modo vulnerável, por ter de recorrer ao Lanagro de Campinas para a realização destes tipos de testes”, afirma. 

Apesar das dificuldades, que incluem orçamentos em dinheiro, a Seab
conseguiu realizar alguns avanços visando um enquadramento dentro das solicitações feitas pelo Ministério da Agricultura para o plano de
regionalização da avicultura. “Fizemos treinamentos em colégios agrícolas voltados a avicultura não industrial, junto a veterinários, técnicos e zootenistas, além de termos alocado mais um médico veterinário com formação específica em diagnósticos de influenza aviária”, comenta Odilon.

O representante da Secretaria informa também que o Paraná permanece restringindo o transito de aves de descarte para fora do estado, tanto de matrizes quanto de postura comercial. “O trânsito somente está liberado aos abatedouros com certificados SIF ou SIE que tenha a respectiva guia de trânsito animal”, disse.

A respeito da porcentagem que o Paraná poderia ter direito com a liberação de R$ 40 milhões pelo Ministério do Planejamento para incremento de ações visando o Plano Nacional de Prevenção da Influenza Aviária e de Prevenção e Controle da Doença de Newcastle, Odilon informa que o Estado não recebeu informação alguma por parte do Ministério de Agricultura. “Não sabemos nem ao menos se o dinheiro será repassado ao estado, embora seja importante dispormos de verbas para ampliar as ações sanitárias no estado”, finaliza.

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