Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Secreções anormais ou patológicas em porcas

Universidade Uniquímica fala sobre os sintomas e como avaliar corretamente esta infecção.

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Redação (30/11/06) –As secreções anormais ou patológicas podem ser provenientes do trato genital ou urinário. Aquelas originadas do trato reprodutivo podem ser decorrentes de vaginites (por lesões na vulva e vagina), cervicites ou, mais freqüentemente, endometrites. As leitoas e porcas vazias são mais susceptíveis a endometrites que demais fêmeas. As descargas patológicas provenientes do trato urinário, na maioria dos casos, estão associadas a cistites. Contudo, casos mais graves podem envolver ureteres e rins.

Diversos são os motivos que levam a não observação das secreções vulvares dificultando, desta forma, o diagnóstico e resolução do problema. É comum as secreções serem eliminadas de forma intermitente, em pouca quantidade e por poucos minutos. A secreção pode cair no piso ripado e ser removida junto com a urina e fezes, passando despercebida pelo funcionário. A observação do problema pode ser dificultada se as fêmeas ingerirem as secreções do piso ou vulva de outras fêmeas (comum em alojamento em baia) ou deitarem sobre a descarga vulvar (fêmeas alojadas em gaiolas). Portanto, o funcionário deve fazer uma avaliação das fêmeas de forma cautelosa, tendo o cuidado de observar a vulva e também o períneo e a cauda das fêmeas, além das instalações e do piso. Contudo, é importante salientar que, em certas situações, a infecção pode não apresentar sinais clínicos visíveis, permanecendo oculta aos olhos dos funcionários.

Anamaria Vargas, Médica Veterinária
Universidade Uniquímica

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