Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
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Coleta de amostra no RN

Técnicos do Mapa e Idiarn colhem amostras em criações de subsistência em ação do Plano de Monitoramento de Influenza Aviária em Aves Migratórias e Silvestres no Brasil.

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Redação (07/12/06) – Nos próximos dias 11, 12 e 13 de dezembro técnicos do Mapa e do Instituto de Defesa Agropecuária do Rio Grande do Norte farão colheita de amostras de aves de fundo de quintal, no sítio de Galinhos, distante 160 km de Natal. A ação faz parte do Plano de Monitoramento de Influenza Aviária em Aves Migratórias e Silvestres no Brasil. Ele prevê a captura e o monitoramento das aves em 18 sítios de migração existentes no país, nas populações avícolas comerciais ou de subsistência, incluindo zoológicos e parques urbanos localizados em um raio de 10 km ao redor dos sítios das aves.

Também será realizada uma campanha junto à população com palestras de educação sanitária sobre gripe aviária e distribuição de cartazes e folders nos municípios abrangidos pelos sítios selecionados.

O Coordenador de Sanidade Avícola da Secretaria de Defesa Agropecuária, Marcelo Mota, disse que “o país se encontra em um período de normalidade sanitária, com relação à Influenza Aviária e o plano prevê ações de prevenção para evitar que a doença chegue ao território nacional”.

De acordo com Mota, o monitoramento das aves migratórias e silvestres já foi realizado no estado do Pará, na primeira quinzena de outubro, nos sítios de Marajó, Breves, São Sebastião e Boa Vista. Faltam, ainda executar as ações nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Maranhão e a Bahia.

Foram selecionados prioritariamente sete sítios. No estado do Pará, os municípios de Vigia, São Caetano de Odivelas, Breves e São Sebastião da Boa Vista; em Santa Catarina, as cidades de Itajaí e Brusque; no Rio Grande do Sul a Lagoa do Peixe, no município de Tavares; no Rio Grande do Norte, o município de Galinhos; em Pernambuco a Ilha da Coroa do Avião, no município de Igarassu; no Maranhão a Baía de São Marcos, no município de São José Ribamar e no estado da Bahia, o sítio de Cacha Pregos, na Ilha de Itamaracá.

A seleção dos sítios obedeceu aos seguintes critérios: concentração de aves migratórias e silvestres e constatação em investigação anterior da presença do vírus de Influenza Aviária de baixa patogenicidade; alta densidade de aves aquáticas silvestres ou domésticas, próxima à concentração humana, com a criação de aves comercial e de subsistência; áreas de concentração e ou reprodução de aves migratórias em regiões continentais ou com até 30 km da costa, sem informação epidemiológica associada à densidade humana e de criação de aves.

O monitoramento se realizará primeiramente nestes sete sítios, se estendendo aos demais, com a colheita de amostras de “swab” (suabe) oral e cloacal, bem como sangue de todas as aves capturadas. Todo o material coletado será acondicionado em tanques de nitrogênio e transportado para o Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro) de Campinas/SP, seguindo as normas internacionais e de biossegurança.

As equipes de campo são compostas pelos ministérios da Agricultura, Saúde e Meio Ambiente, complementadas por técnicos estaduais da área de saúde animal e por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e da Universidade do Vale do Itajaí/SC. Os trabalhos no campo irão até junho de 2007, quando encerra o período migratório das aves.

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