Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Gripe aviária

Especialistas da UE se reúnem em Bruxelas, Egito tem novo caso mortal.

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Redação (06/02/07) – Especialistas veterinários da União Européia (UE) se reuniram nesta terça-feira, em Bruxelas, para analisar a situação no bloco após o reaparecimento, em Hungria e Inglaterra, do vírus H5N1 da gripe das aves, que provocou uma nova vítima mortal no Egito. Apesar da volta da doença à UE, após seis meses de ausência, os especialistas europeus não tinham previsto tomar “novas medidas” no encontro desta terça-feira, em que britânicos e húngaros apresentaram um panorama da situação em seus países, ressaltou Michael Mann, porta-voz da comissária européia de Agricultura, Marian Fischer Boel.

Mann lembrou o bom funcionamento do sistema estabelecido pela UE após a crise de 2006, quando 14 países do bloco se viram afetados pela gripe aviária: sacrifício das aves do foco detectado, isolamento e proibição do transporte de animais em um raio determinado.

Neste sentido, a Grã-Bretanha concluiu nesta terça-feira a matança de 160.000 perus da granja infectada pelo vírus H5N1, tal como fez a Hungria no fim de janeiro na granja de gansos onde foi detectada a doença.

A estes dois casos dentro da UE, somou-se na segunda-feira um foco de gripe aviária perto de suas fronteiras, no sudoeste da Rússia.

Embora o vírus ainda não tenha provocado vítimas humanas fatais na Europa, ele já matou mais de 165 pessoas em todo o mundo, a maioria na Ásia, desde 2003, segundo o balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Na noite de segunda-feira, um adolescente morreu afetado pelo vírus H5N1 no Egito, elevando para doze o número de pessoas mortas pela doença neste país africano.

A situação no país é particularmente preocupante, já que segundo a OMS, alguns dos casos humanos registrados ali eram afetados por uma forma de mutação do vírus H5N1, que reduz os efeitos do Tamiflu, principal medicamento na luta contra a doença.

No entanto, todos os casos no Egito foram detectados entre pessoas que trabalham diretamente com aves. Apesar de ter se tornado resistente ao Tamiflu, por enquanto o vírus continua sendo transmissível só dos animais aos seres humanos.

O contágio entre pessoas, que poderia dar origem a uma perigosa pandemia, ainda é inexistente.

Por esta razão, a Comissão Européia se declarou “satisfeita” com a “reação e a eficácia” das autoridades britânicas em enfrentar a situação, que por enquanto se mantém circunscrita na UE à área de “doença animal”.

De qualquer forma, França, Holanda e Suécia já anunciaram o reforço de seus controles para evitar o aparecimento de novos focos da gripe das aves, algo que será difícil de conseguir levando em conta que o atual ressurgimento já tinha sido antecipado pela OMS.

Segundo especialistas da organização, o vírus está vinculado ao frio e se propaga facilmente nesta época do ano no hemisfério norte.

Quanto ao aspecto mundial, a UE não escondeu sua preocupação pelos embargos de importações avícolas britânicas anunciados por Rússia, Japão e Ucrânia.

Qualquer embargo global é “completamente desproporcional”, disse na terça-feira Michael Mann, prometendo que a Comissão fará “tudo o possível” para por um fim a estas proibições.

A Hungria havia sofrido o mesmo tipo de medida no fim de janeiro por parte de Rússia, Sérvia, Macedônia e Croácia.

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