Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Instrução normativa orienta sobre erradicação da Doença de Aujeszky

A experiência de Santa Catarina no combate à Doença de Aujeszky, que acomete o rebanho de suínos, acabou se transformando em um conjunto de regras para todo o Brasil.

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Redação SI (08/05/07) – A Instrução Normativa Nº 8, publicada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em abril, estabelece as medidas de diagnóstico, controle e erradicação da doença. Pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves, empresa de pesquisa agropecuária vinculada ao Ministério da Agricultura, que lideraram tecnicamente o programa de erradicação em Santa Catarina, fizeram parte da equipe que elaborou a instrução normativa.

A Doença de Aujeszky é temida por suinocultores do mundo inteiro pelos impactos econômicos que provoca. Transmitida por um vírus, a moléstia se espalha rapidamente pelo rebanho e ocasiona, principalmente, problemas reprodutivos nas fêmeas e morte de leitões por problemas respiratórios ou nervosos. Apesar de ser uma doença que provoca restrições internacionais para o comércio da carne produzida em áreas que registram focos, não há nenhum risco para o consumidor, já que o vírus não é transmitido para o ser humano.

Santa Catarina é, ao lado do Rio Grande do Sul e Paraná, área provisoriamente livre da doença. A condição privilegiada é resultado do esforço conjunto entre os governos federal e estadual, empresas públicas, agroindústrias e produtores de suínos. O Programa de Erradicação da Doença de Aujeszky investiu R$ 11 milhões para examinar todas as propriedades que criam suínos no Estado, abater os animais infectados, indenizar os produtores e aplicar vacinas preventivas, entre 2000 e 2004. "Estamos no caminho para transformar o Estado em área livre sem vacinação”, prevê Janice Ciacci Zanella, integrante do comitê técnico do programa e pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves.

A Instrução Normativa Nº 8 será importante para orientar os estados brasileiros que ainda não iniciaram o combate à doença. Ela determina as condições mínimas para o que deve ser feito em cada Estado. "Mas existe uma certa liberdade. Por exemplo, se a instrução diz que é necessário fazer uma certa quantidade de exames dentro de um período de tempo e o Estado deseja fazer além do que está estabelecido, não há problema", explica o também pesquisador da Embrapa Suínos e Aves e integrante do comitê do programa de erradicação da doença em Santa Catarina, Nelson Morés. A instrução normativa leva em consideração as particularidades da produção de suínos em cada Estado.

Consultar a Instrução Normativa Nº 8 é fácil. Basta acessar a página eletrônica do Ministério da Agricultura (www.agricultura.gov.br), clicar em Planos e Programas (no alto da página) e abrir o Programa Nacional de Sanidade Suídea (PNSS). Neste ponto da página aparecerá a opção de copiar o Programa Nacional de Controle da Doença de Aujeszky (DA), em formato PDF. "Para o país é importante que todos os estados implantem programas de controle da Doença de Aujeszky. Certamente a suinocultura brasileira terá um reconhecimento internacional ainda maior", afirma a pesquisadora Janice Zanella.

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