Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
Destaque Todas Páginas

Zona contra febre aftosa terá 30 km e maior vigilância

A zona de alta vigilância sanitária na fronteira entre Brasil e Paraguai deverá ter 30 km de extensão e reforço nas medidas de combate à febre aftosa.

Compartilhar essa notícia

Redação (15/05/07) – “A OIE – Organização Internacional de Epizootias – tem comentado que se faça uma área de 30 km; 15 km para o lado de lá e 15 km do lado de cá. Onde as ações serão uniformizadas”, afirmou a secretária Tereza Cristina Côrrea da Costa (da pasta de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo) em entrevista ao jornal Bom Dia MS, da TV Morena.

A secretária, que participou de uma reunião sobre o assunto em Pedro Juan Caballero (Paraguai), aponta que, a partir de junho, a vacinação do rebanho será uniformizada nos dois países. De acordo com ela, a vigilância será aumentada, com ampliação de 11 para 16 barreiras sanitárias ao longo da fronteira e do número de patrulhas móveis, que deverá ser dobrado. Na patrulha, atuam agentes sanitário e a polícia.

Conforme a secretária, ainda falta decidir o que será feito com os animais transportados de forma irregular. “O Estado ficará com os animais, que poderão ser abatidos ou leiloados”. Ela enfatiza que a fronteira deve ser cuidada dos dois lados. “Não é possível que se gaste essa quantidade de dinheiro e não consigamos ficar livres da aftosa, essa espada que temos sobre nossa cabeça”, salienta. Mato Grosso do Sul busca obter o título de área livre de febre aftosa com vacinação. Segundo a secretária, em agosto uma missão da OIE visita o Estado.

Assuntos Relacionados Brasil
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343