Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Zona contra febre aftosa terá 30 km e maior vigilância

A zona de alta vigilância sanitária na fronteira entre Brasil e Paraguai deverá ter 30 km de extensão e reforço nas medidas de combate à febre aftosa.

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Redação (15/05/07) – “A OIE – Organização Internacional de Epizootias – tem comentado que se faça uma área de 30 km; 15 km para o lado de lá e 15 km do lado de cá. Onde as ações serão uniformizadas”, afirmou a secretária Tereza Cristina Côrrea da Costa (da pasta de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo) em entrevista ao jornal Bom Dia MS, da TV Morena.

A secretária, que participou de uma reunião sobre o assunto em Pedro Juan Caballero (Paraguai), aponta que, a partir de junho, a vacinação do rebanho será uniformizada nos dois países. De acordo com ela, a vigilância será aumentada, com ampliação de 11 para 16 barreiras sanitárias ao longo da fronteira e do número de patrulhas móveis, que deverá ser dobrado. Na patrulha, atuam agentes sanitário e a polícia.

Conforme a secretária, ainda falta decidir o que será feito com os animais transportados de forma irregular. “O Estado ficará com os animais, que poderão ser abatidos ou leiloados”. Ela enfatiza que a fronteira deve ser cuidada dos dois lados. “Não é possível que se gaste essa quantidade de dinheiro e não consigamos ficar livres da aftosa, essa espada que temos sobre nossa cabeça”, salienta. Mato Grosso do Sul busca obter o título de área livre de febre aftosa com vacinação. Segundo a secretária, em agosto uma missão da OIE visita o Estado.

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