Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Risco de febre aftosa do Ceará será reavaliado pelo Ministério

Um grupo de trabalho de técnicos do Mapa vai acompanhar os resultados das campanhas realizadas pelo Ceará desde 2007.

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Redação (27/10/2008)- O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) enviará em novembro equipes de técnicos ao Ceará para reavaliar o calendário agrícola do Estado e auditar os avanços realizados no combate à febre aftosa. A decisão foi tomada pelo ministro Reinhold Stephanes em reunião com o governador Cid Gomes e com o secretário do Desenvolvimento Agrário, Camilo Santana.

Segundo Camilo, o calendário agrícola do Estado está defasado. "É preciso rever este calendário para não onerar os produtores que têm condições de plantar diversas culturas ao longo do ano", explica. O calendário é um documento produzido pelo Ministério que serve de base para bancos darem crédito aos agricultores e que também baseia o seguro safra. "O calendário universaliza o plantio para todo o Estado apenas entre dezembro e fevereiro. No entanto, outras regiões têm condições de plantar por mais tempo", argumenta.

Com relação ao combate à febre aftosa, um grupo de trabalho de técnicos do Ministério vai acompanhar os resultados das campanhas realizadas pelo Ceará desde 2007 que buscaram vacinar quase 100% do rebanho bovino do Estado. "Cumprimos todas as exigências do Ministério e pleiteamos sair do nível de risco desconhecido para o de risco médio. Assim poderemos caminhar futuramente também para o status de risco zero", afirma Camilo Santana.

Para Camilo, contar com uma avaliação de risco zero para a febre aftosa quebra as barreiras que impedem que o gado cearense atravesse fronteiras ou que seja exportado para países da Europa e para os Estados Unidos. "Isso criará as condições para que os produtores cearenses aumentem seus rebanhos e passem a explorar mais ativamente a agropecuária", afirma.

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