Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Saúde Animal

Normativa oficializa controle de salmonela no país

Esse tipo de bactéria é a causa mais frequente de intoxicação alimentar no Brasil.

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Redação (13/4/2009) – As novas normas de monitoramento de salmonela em carnes de frango e peru no país acabaram por somente oficializar o que já é feito, na prática, pela maioria das empresas exportadoras. A afirmação é do vice-presidente técnico científico da União Brasileira de Avicultura (UBA), Antonio Guilherme Machado.

Segundo o dirigente, as mudanças, que objetivam atender exigências internacionais de segurança, não alteram significativamente o controle atual de patógenos, que garante acesso do produto a mais de 150 países. As bactérias deste tipo são a causa mais frequente de intoxicação alimentar. Segundo Machado, a permissão para realização dos exames em laboratórios instalados nas empresas já acontecia antes da normatização do Ministério da Agricultura. A autorização passa a valer também para laboratórios credenciados na área de alimentos, expansão que trará maior agilidade, na opinião da responsável pelo setor de microbiologia e físico-química da Coordenação Geral de Apoio Laboratorial, Josinete de Freitas.

No Rio Grande do Sul, por exemplo, existem mais de oito mil granjas e apenas três laboratórios credenciados para este fim, diz o veterinário Flávio Loureiro, do Programa Estadual de Sanidade Avícola (Pesa), da Secretaria da Agricultura.

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