Governo minimiza virose de suínos descoberta em Dourados (MS). “É algo sem importância. Não há motivo para alarde”.
Aujeszky minimizada

A secretária de Estado de Produção, Teresa Cristina Correa da Costa e a diretora da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Maria Cristina Carrijo, minimizaram na tarde de ontem (27/03), a gravidade da doença de Aujeszky, cuja suspeita fez com que a agência abatesse 60 animais suspeitos de terem a virose.
De acordo com a secretária de Produção, as duas fazendas onde foram abatidos os porcos com suspeita da doença não atingem grande extensão e estão distante 5 quilômetros entre si e das demais propriedades da região. “É algo sem importância. Não há motivo para alarde”, afirmou Teresa Cristina.
Cristina Carrijo explicou que os 60 porcos com suspeita da doença ainda não tiveram manifestações de sintomas que garantissem o diagnóstico. “Surgiu a suspeita e os animais foram sacrificados”, disse. Os exames foram feitos, mas segundo a diretora da Iagro os resultados só serão emitidos nos próximos dias.
Leia também no Agrimídia:
- •Mercado de carne suína dos EUA inicia 2026 com estabilidade e desafios no comércio global
- •Quaresma mantém preços do suíno pressionados e mercado segue cauteloso em abril
- •Peste Suína Africana leva Filipinas a suspender importações de carne suína de Taiwan
- •Suinocultura no Reino Unido enfrenta entraves regulatórios e pressão social
Segundo o diretor técnico da Iagro, José Mario Pinese, a doença é transmitida por vírus normalmente entre suínos através do contato direto, mas há casos em que outros animais, principalmente eqüinos e aves, desenvolvem o mal.
Para José Mario, a ação da Iagro foi imediata, o que faz com que os veterinários acreditem que a doença não irá se espalhar. “Quanto mais rápido a ação, mais eficiente o combate ao foco e à doença. Não há risco”, explicou.
Apesar de minimizar riscos e garantir que a doença não irá se espalhar, os técnicos da Iagro explicaram que os cuidados em relação à áreas e animais são semelhantes ao combate de focos de febre aftosa, para evitar que as pessoas e veículos não circulem o vírus.





















