Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
Destaque Todas Páginas
Saúde Animal

PR contra aftosa

Rede antiaftosa terá 2 mil agentes no Paraná, a partir da atual campanha de vacinação, que começou sexta-feira (30/04).

Compartilhar essa notícia
PR contra aftosa

Um grupo de alerta com mais de 2 mil pessoas vai trabalhar na vigilância antiaftosa no Paraná a partir da atual campanha de vacinação, que começou sexta-feira e segue até dia 31. São aproximadamente 400 funcionários do governo do estado e 1,9 mil integrantes de conselhos de sanidade agropecuária (CSAs), que terão a missão de vigiar divisas e monitorar a saúde de 10 milhões de bovinos e bubalinos.

Esta pode ser a última imunização em massa, se o estado alcançar o status de área livre da doença sem necessidade de vacina no segundo semestre junto ao Ministério da Agricultura (Mapa). Estão sendo vacinados animais com até 24 meses. A definição virá de auditoria técnica federal a ser agendada em junho, que vai conferir se o vírus da doença circula ou não no Paraná. Se o sistema sanitário for aprovado, será então necessário compensar a proteção que a vacina oferece com vigilância.

A Secretaria Estadual de Agricultura e do Abastecimento (Seab) está contratando 37 técnicos e 43 veterinários para reforçar sua equipe de vigilância em 20%. Eles prestaram concurso em 2007. A Federação da Agricultura do Paraná (Faep) está ampliando de 370 para 390 o número de CSAs. Cada conselho tem pelo menos cinco integrantes.

Os conselhos têm a missão de manter atentos 220 mil agropecuaristas, para que em qualquer caso de suspeita um veterinário do estado seja acionado imediatamente. A meta é possibilitar diagnóstico e isolamento de qualquer número de animais em questão de horas, se houver alguma suspeita de aftosa. O mesmo sistema deve fiscalizar a ocorrência de doenças como brucelose.

A rede de alerta parece numerosa, mas a proporção é de 4,5 mil animais para cada fiscal – voluntário ou oficial. A maior parte desse pessoal já acompanha o trânsito de animais ou conhece o perfil agropecuário de sua região. Conselhos como o de Francisco Beltrão (Sudoeste) atuam não apenas como articuladores, mas também em campo, aplicando vacinas no gado desprotegido.

A vacinação é controlada hoje por 132 unidades veterinárias da Seab, que recebem notas fiscais de vacinas e atualizam o cadastro do rebanho. O trânsito é controlado eletronicamente. As subunidades da Seab, normalmente instaladas nas prefeituras, também recebem comprovantes de participação nas campanhas de vacinação. Essa rede continuará trabalhando com informações sobre a evolução do rebanho suscetível à aftosa.

“Estamos criando novos conselhos nas regiões de Irati e Laranjeiras do Sul”, relata o veterinário da Faep que coordena do programa de fortalecimento dos CSAs, Celso Doliveira. O número não deve chegar a 399, com um conselho para cada município, porque em cidades como Curitiba não há zona rural, pontua.

O secretário de Agricultura de cada município normalmente assume o papel de diretor de mo­­bilização do CSA. Um representante da Seab também ocupa função relacionada à articulação. A presidência do conselho, no entanto, é estrategicamente deixada para a sociedade civil, para que haja participação efetiva dos pecuaristas, explica Doliveira. “Os conselhos não assumem funções dos agentes do estado, como a realização de testes em casos suspeitos. Cada parte tem suas atribuições, que se complementam”, afirma.

A mobilização é o ponto chave do sistema, afirma o chefe da Defesa Sanitária da Seab, Marco Antonio Teixeira Pinto. “Que­remos engajamento. Quando isso ocorre, a resposta é boa. Tem sido assim na divulgação das campanhas de vacinação, na própria aplicação de vacina quando necessário”, afirma. As regiões mais frágeis continuarão sendo fronteiras e divisas, aponta.

Assuntos Relacionados paraná
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343