Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,59 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,98 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,15 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,99 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,89 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.561,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.472,69 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 144,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,91 / cx
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Aftosa no Paraguai

De volta ao mercado

Paraguai volta a expedir licenças de exportação de carne bovina após os casos de febre aftosa registrados no centro no país.

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O Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal do Paraguai (Senacsa) voltou a expedir certificados de exportação para a carne bovina. Os embarques estavam proibidos desde 19 de setembro, quando a OIE reconheceu foco de aftosa no centro do Paraguai.

A restrição continua apenas na área afetada pelo foco. A entrada e saída de bovinos e espécies suscetíveis a febre aftosa, bem como de produtos e subprodutos derivados continua suspensa.

O desafio, agora, é retomar os negócios com os mercados atendedidos pelo país antes do foco ser notioficado. O ministério de relações exteriores do Paraguai dará início às negociações com os importadores para retomar as vendas, de acordo com o Senacsa.

De acordo com o Ministério da Agricultura, o Paraguai ainda não solicitou o apoio do Brasil para investigar o foco de aftosa conforme esteva previsto após reunião em São Paulo, durante o Encontro Nacional de Defesa Sanitária (Endesa). Enquanto isso não ocorrer o mercado brasileiro deverá continuar fechado para os produtos paraguaios.

Conforme Guilherme Marques, diretor de Saúde Animal do Ministério da Agricultura e representante do Brasil no Conselho Veterinário Permanete do Mercosul (CVP), nenhum representanre do Brasil ainda esteve no local do foco e o país ainda não tem a real dimensão das ações para conter a doença em solo paraguaio. Ele acrescenta que alguns países do CVP demosntraram preocupação com a demora do Paraguai em solicitar apoio para investigar o foco.

Antes da restrição nos embarques, esperava-se que o Paraguai se tornasse o oitavo maior exportador mundial de carne bovina neste ano, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A carne é o segundo produto mais importante na pauta de exportação do Paraguai, depois da soja.

Durante os primeiros quatro meses de 2011, o Paraguai exportou 57 mil toneladas de carne bovina, sendo 22 mil toneladas enviadas ao principal comprador, a Rússia. De acordo com a Senacsa, 19 mil toneladas foram exportadas para o Chile. Em 2010, o Paraguai exportou 170,34 mil toneladas de carne bovina, avaliadas em US$ 807 milhões.

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