Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Saúde Animal

Resultados de exames foram negativos para o mal da “vaca louca”

Exames foram realizados em 49 bovinos sacrificados no fim do mês passado em Mato Grosso.

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Resultados de exames foram negativos para o mal da “vaca louca”

O Ministério da Agricultura informou hoje que os resultados dos exames realizados em 49 bovinos sacrificados no dia 25 de abril em Mato Grosso como parte dos trabalhos ligados à averiguação de um provável caso atípico de “vaca louca” no Estado foram negativos para a doença.

Os 49 animais estavam em boas condições, mas foram para o sacrifício em linha com as ações previstas pelas investigações de campo que foram realizadas em 11 propriedades próximas aos estabelecimentos onde esteve a vaca que foi destruída por apresentar sintomas do mal.

“Essas medidas foram adotadas visando encerrar as atividades de campo, independentemente do resultado conclusivo [sobre o animal suspeito de ter desenvolvido “vaca louca”] que ainda está por ser enviado pelo laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), localizado em Weybridge, na Inglaterra”, informou o ministério em comunicado.

Conforme o ministério, “todas as ações foram sustentadas nas recomendações sanitárias do Código de Animais Terrestres da OIE, visando cumprir com os seus dispostos, mantendo assim o Brasil com a melhor classificação mundial sanitária para EEB [encefalopatia espongiforme bovina, nome científico da “vaca louca”] que é de risco insignificante”.

O ministério conclui, assim, que “diante dessas ações, consolidadas há mais de duas décadas no Brasil, um eventual registro da enfermidade não configura risco sanitário, visto que as medidas de mitigação de risco atuais são suficientes para evitar a reciclagem e amplificação do agente causador”.

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