Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

Dólar forte derruba commodities

Índice CRB, que representa uma cesta de matérias-primas, entre metais, energia e agrícolas, caiu 2,33%.

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A alta do dólar voltou a provocar forte queda das commodities nessa sexta-feira (4). O índice CRB, que representa uma cesta de matérias-primas, entre metais, energia e agrícolas, caiu 2,33% e fechou a 248,94 pontos. Duas notícias estimularam as vendas: problemas fiscais na Hungria e dados piores do que o esperado sobre o emprego nos Estados Unidos. Elas tornam mais aparente a fragilidade dos mercados.

A sensação é de que a economia pode não se recuperar tão bem como se imaginava. Investidores se afastaram de commodities e ações, considerados ativos de maior risco, e buscaram a segurança do dólar. E o dólar forte torna as commodities mais caras para quem usa outras moedas. Além disso, o consumo de matérias-primas tende a ser abalado quando a economia se desacelera.

Em Chicago, os grãos tiveram queda expressiva. A soja recuou 2,09% e o trigo, 1,36%. O milho para entrega em julho fechou no menor preço em oito meses, a US$ 3,40 por bushel, baixa de 2,72%. Influências de outros mercados foram cruciais. O petróleo, por exemplo, desabou 4,15%. Como nos Estados Unidos a maior parte do etanol é de milho, o preço tende a cair para manter a competitividade. O clima bom para a safra também serve de âncora para os preços.

O açúcar contrariou a tendência em Nova York. A demanda para exportação e as compras de especuladores puxaram alta de 3,79%.

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